Assalto com esfaqueamento ressalta situação crítica da Vila Progresso, em Campo Grande

O assalto, no qual um homem de aproximadamente 20 anos teria perdido o celular e recebeu um golpe de faca na costela, reacendeu a discussão entre comerciantes e moradores quanto à segurança da Vila Progresso, em Campo Grande. No assalto deste sábado (2) o homem foi abordado na Rua Carlinda Tognini por desconhecidos. Ele foi […]
| 02/08/2014
- 16:56
Assalto com esfaqueamento ressalta situação crítica da Vila Progresso, em Campo Grande

O assalto, no qual um homem de aproximadamente 20 anos teria perdido o celular e recebeu um golpe de faca na costela, reacendeu a discussão entre comerciantes e moradores quanto à segurança da Vila Progresso, em Campo Grande.

No assalto deste sábado (2) o homem foi abordado na Rua Carlinda Tognini por desconhecidos. Ele foi abordado na esquina com a Rua Oclécio Barbosa Martins e depois de receber o golpe de faca procurou socorro em um estabelecimento comercial,sendo atendido pelo Corpo de Bombeiros.

Algumas testemunhas que não quiseram se identificar suspeitam de que a vítima faça parte do grupo de viciados que perambulam pela região há algum tempo.

“Esta região está se transformando em uma verdadeira cracolândia. Antes eles ficavam só perambulando por aqui. Agora já partiram pra violência, praticando pequenos roubos e até mesmo agressão,como esta que aconteceu neste sábado”,afirmou um comerciante.

Até mesmo a desvalorização imobiliária pode ser sentida notadamente no trecho entre a Avenida Costa e Silva e a Rua Rui Barbosa. Além de vários comércios que fecharam suas portas, são inúmeras as placas em imóveis a venda.

“Esta semana um sobrinho meu foi assaltado e levaram o celular dele. E foi esse grupo de viciados. Durante o dia eles ficam observando e à noite quando o comércio fecha as portas eles ficam livres para agir”,afirmou o empresário que se identificou como Juscelino, de 52 anos.

Ele disse ainda que a polícia faz a sua parte com rondas, até levando alguns para a delegacia, mas que em pouco tempo eles estão de volta ao local, “pois a lei os protege”, desabafou.

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