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Após conquistar ouro, russo é criticado por desistência em Sochi

O patinador artístico Evgeni Plushenko tinha se tornado um dos heróis russo em Sochi. Mesmo com dificuldades criadas por uma lesão, ele participou da competição por equipes e conquistou medalha de ouro nos Jogos de Inverno. Porém, depois ele não aguentou mais a dor nas costas e desistiu da competição individual, o que resultou também […]

Arquivo Publicado em 14/02/2014, às 13h43

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O patinador artístico Evgeni Plushenko tinha se tornado um dos heróis russo em Sochi. Mesmo com dificuldades criadas por uma lesão, ele participou da competição por equipes e conquistou medalha de ouro nos Jogos de Inverno. Porém, depois ele não aguentou mais a dor nas costas e desistiu da competição individual, o que resultou também na sua aposentadoria. Ele saiu criticado porque seus compatriotas entendem que ele deveria ter desistido da Olimpíada com mais antecedência.

Ao chegar em Sochi, Plushenko parecia recuperado, principalmente pelo bom desempenho na competição por equipes. Porém, pouco antes de competir, durante o aquecimento, ele voltou a sentir dores. Como já tinha ido para os Jogos sob desconfiança, foi a oportunidade que os críticos usaram para criticá-lo.

Compatriota de Plushenko, o também patinador Alexei Yagudin entende que poderia ter havido um esforço extra: “eu apoio as pessoas que vão até o fim. Acho que ele vai me entender, porque nós sempre competimos com dor”.

Plushenko sempre foi um atleta de alto nível, mas está com 31 anos e sofreu uma cirurgia na coluna há um ano. Por isso muitos especialistas entendia mque o jovem promissor Nugmatullin Ruslan, de apenas 18 anos, deveria ter competido no seu lugar.

Ex-patinador russo, Alexei Urmanov, disse que Plushenko só foi mantido na delegação porque insistiu demais e disse ter condições de participar das duas competições – por equipe e individual. “A arrogância dele saiu pela culatra. Você deve dar um tempo quando é a hora certa”.

Sem Plushenko, o ouro masculino na patinação artística será disputado pelo japonês Yuzuru Hanyu e o canadense Patrick Chan.

Jornal Midiamax