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Apesar de terem ficado ‘retidos’ no Paraguai, fãs não se arrependem de irem atrás do Metallica

Os campo-grandenses que foram para o show do Metallica, que aconteceu nesta segunda-feira (24) em Assunção passaram por uma aventura e tanta. No dia seguinte ao concerto de uma das bandas de rock mais famosas do mundo houve uma grande greve no país vizinho e as fronteiras foram fechadas. “Ficamos sem ter como voltar para […]

Arquivo Publicado em 28/03/2014, às 12h02

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Os campo-grandenses que foram para o show do Metallica, que aconteceu nesta segunda-feira (24) em Assunção passaram por uma aventura e tanta. No dia seguinte ao concerto de uma das bandas de rock mais famosas do mundo houve uma grande greve no país vizinho e as fronteiras foram fechadas.

“Ficamos sem ter como voltar para casa. Fecharam tudo”, explica Veruska Rodrigues de Souza, 37 anos, nutricionista, enfatizando que isso não foi empecilho para curtir o país e não será para fazê-la voltar em outros concertos naquela cidade.

Acostumada a viajar para assistir as bandas que ouve desde a adolescência, Veruska conta que o show foi um dos melhores de sua vida. “Tocaram todos os hits da banda. Adorei o setlist”, emenda.

Na ocasião, a banda americana tocou Battery, Master of Puppets, Welcome Home (Sanitarium), Ride the Lightning, The Unforgiven, Lords of Summer, Fuel, Sad But True, Fade to Black, …And Justice for All, One, Nothing Else Matters, entre outros clássicos.

Veruska que já foi em concertos de rock no Brasil e nos EUA conta que as mesmas dificuldades encontradas em outros países encontrou no vizinho brasileiro. “É sempre fila grande. Uma dificuldade ou outra de estrutura. Mas nada que comprometa o show. Em outubro quero voltar para ver o ACDC”, diz sobre o próximo show que pretende ver em Assunção.

Quem também está acostumado aos grandes eventos é Aron Leon Deadlt, 25 anos, publicitário. Parta ele que já assistiu Megadeth, Aerosmith, Guns’n’Roses, Paul McCarteney, o show do Metallica foi imbatível. “O melhor de toda a minha vida”, diz o jovem.

Ele conta que ao chegar a assunção, cidade que já viveu com a família, os amigos haviam comprado entrada vip para ele de presente e organizado tudo. “Ganhei as entradas. Quase não gastei nada e estava só com os amigos”, revela.

Ele conta que foi muito cedo para o Jóquei Clube do Paraguai, local onde foi realizado o evento, para ficar bem na frente. “Às 10 horas eu já estava na fila”, diz, lembrando que os portões só abriram às 17 horas.

O cansaço de tantas horas na fila fez com que a namorada de seu amigo passasse mal e acabasse precisando ser socorrida. “Nossa fiquei desesperado. Só de lembrar já fico nervoso”, conta emocionado.

Mas apesar dos contratempos o sacrifício valeu a pena. Como ficou muito perto da banda, Aron conseguiu pegar as palhetas de Kirk Hammett e James Hetfield. “Apesar do empurra-empurra que estava no centro da área vip, e do nervoso que passei, como precisamos sair dali vimos que as laterais ficaram vazias e eu consegui pegar as palestas que eles jogaram no local”, mostra como um troféu.

Jornal Midiamax