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Apenas quatro deputados estaduais devem ficar fora da disputa pela reeleição em MS

Dos 24 deputados estaduais da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, apenas quatro não disputarão a reeleição neste ano. Entre os desistentes, dois que ficarão fora do pleito e dois que tentarão uma cadeira na Câmara dos Deputados. A bancada do PMDB que tem seis deputados, dois estarão fora da disputa. O presidente da […]

Arquivo Publicado em 12/04/2014, às 13h07

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Dos 24 deputados estaduais da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, apenas quatro não disputarão a reeleição neste ano. Entre os desistentes, dois que ficarão fora do pleito e dois que tentarão uma cadeira na Câmara dos Deputados.

A bancada do PMDB que tem seis deputados, dois estarão fora da disputa. O presidente da Casa, Jerson Domingos (PMDB), vai se aposentar como parlamentar e deve ser indicado como conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE) com aposentadoria do conselheiro Cícero de Souza.

Além dele, Carlos Marun (PMDB) também deixará o Legislativo estadual para tentar uma vaga de deputado federal. A bancada do PSDB também terá um candidato de olho numa vaga em Brasília. Márcio Monteiro (PSDB) vai disputar para deputado federal.

Por fim, Londres Machado, no Legislativo desde 1971, já declarou que vai abrir mão da disputa para a filha Grazielle Machado (PR) que é vereadora da Capital.

Já os que tentarão reeleição, a disputa será acirrada. O líder do governo, Júnior Mochi (PMDB), disse que tem apoio em 45 municípios apesar de sua base ser Coxim e região, 15 prefeitos e 67 vereadores do Estado.

Eduardo Rocha (PMDB) apresenta um número um pouco maior. Segundo o peemedebista, ele está trabalhando em 23 municípios, principalmente em Três Lagoas e região do Bolsão. Já Marquinhos Trad e Maurício Picarelli, ambos do PMDB, focam o eleitorado de Campo Grande.

Todos os quatro deputados petistas vão tentar reeleição. Pedro Kemp (PT) diz acreditar que seu eleitorado não deve mudar muito neste ano, baseando nas duas últimas eleições que ficou em torno de 21 mil votos.

Já Cabo Almi (PT) aposta num aumento de votos com a ajuda do vereador da Capital, Ayrton Araújo (PT), outros 20 vereadores do Estado e o prefeito de Deodápolis. O petista está investindo em 50 municípios para garantir sua permanência na Assembleia.

Laerte Tetila (PT) está atuando em 40 municípios, principalmente na região de Dourados onde é sua base eleitoral. Amarildo Cruz (PT) assumiu o mandato no meio da legislatura com a eleição do o então prefeito de Campo Grande, Alcides Bernal (PP), e já foca a Capital e a região Leste.

Dione Hashioka (PSDB) articula-se em 15 municípios. Além de Nova Andradina, onde seu companheiro Roberto Hashioka (PMDB) é prefeito, também quer expandir para a região Norte.

Onevan de Matos (PSDB) também vai expandir sua área de atuação para tentar segurar mais um mandato. Da região de Naviraí, o parlamentar também busca eleitores na região do Bolsão, Norte e Campo Grande.

Do PR, Antônio Carlos Arroyo e Paulo Corrêa continuam no páreo para garantir suas cadeiras.

Mara Caseiro (PTdoB) afirmou que na última eleição teve apoio em 15 municípios da região do Conesul. Para este ano, sua estratégia é chegar 50 cidades da região Norte e do Bolsão. Do mesmo partido, Márcio Fernandes disse que conseguiu se eleger com apoio de um prefeito e que agora tem dez gestores apoiando sua reeleição, mais eleitores de Ribas do Rio Pardo, Nova Alvorada do Sul e Bonito.

Também com dois parlamentares, o PDT tentará manter bancada com a reeleição de Felipe Orro e George Takimoto – este se filiou ao partido no ano passado.

Zé Teixeira (DEM) poderá deixar o Legislativo para ser candidato a vice. Mas enquanto isso não acontece, o democrata continua candidato à reeleição. Na última disputa, ele foi o segundo mais votado com 42 mil votos.

Lídio Lopes (PTN) foi outro deputado que assumiu no meio da legislatura com a eleição do prefeito de Corumbá, Paulo Duarte (PT). O deputado vai continuar com atuação na região de Iguatemi, onde fica sua base eleitoral.

Osvane Ramos (PROS) também começou seu mandato no ano passado para substituir o prefeito eleito de Paranaíba, Diogo Tita (PPS). Para tentar renovar seu mandato, o ex-prefeito de Dois Irmãos do Buriti disse estar trabalhando em todo o Estado, principalmente na Costa Leste.

Também do Pros, Lauro Davi – ex-PSB – está esperançoso com o resultado da eleição este ano, já que na última disputa, segundo o deputado, teve votos em 77 municípios, com exceção de Japorã.

Jornal Midiamax