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Amiga de Amarildo diz que sofria ameaças

Foi encerrada na quarta-feira a fase de depoimentos da acusação do caso Amarildo, na qual foram ouvidas dez testemunhas em três sessões sobre o desaparecimento do ajudante de pedreiro na Rocinha. Na primeira audiência, no dia 20 de fevereiro, foram ouvidos o delegado Rivaldo Barbosa, diretor da Divisão de Homicídios; a delegada Ellen Souto e […]

Arquivo Publicado em 20/03/2014, às 13h11

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Foi encerrada na quarta-feira a fase de depoimentos da acusação do caso Amarildo, na qual foram ouvidas dez testemunhas em três sessões sobre o desaparecimento do ajudante de pedreiro na Rocinha.


Na primeira audiência, no dia 20 de fevereiro, foram ouvidos o delegado Rivaldo Barbosa, diretor da Divisão de Homicídios; a delegada Ellen Souto e o inspetor de polícia, Rafael Rangel.


A primeira testemunha a depor ontem foi o técnico pericial do Ministério Público Robson Spinelli, que visitou a sede da UPP da Rocinha na terça-feira e afirmou que os contêineres em que funciona a unidade não têm revestimento acústico. “Não há a menor dúvida de que é possível ouvir gritos de um contêiner para o outro”, relatou.


Outra testemunha era moradora da comunidade e já havia contratado os serviços de pedreiro de Amarildo. Ela disse que também foi ameaçada por PMs da UPP da Rocinha.

Jornal Midiamax