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Ainda sem clube, Tite condena invasão ao CT do Corinthians: “Vagabundos”

Desempregado desde dezembro, após deixar o Corinthians, o treinador Tite vem se mostrando bastante tranquilo e sem pressa para dirigir outro clube. Em entrevista ao jornal Lance!, publicada nesta sexta-feira, ele disse estar aproveitando os momentos com a família, mas atacou quando comentou sobre a invasão dos torcedores ao CT do Corinthians: “Vagabundos”. “Todo reconhecimento […]

Arquivo Publicado em 14/02/2014, às 13h03

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Desempregado desde dezembro, após deixar o Corinthians, o treinador Tite vem se mostrando bastante tranquilo e sem pressa para dirigir outro clube. Em entrevista ao jornal Lance!, publicada nesta sexta-feira, ele disse estar aproveitando os momentos com a família, mas atacou quando comentou sobre a invasão dos torcedores ao CT do Corinthians: “Vagabundos”.

“Todo reconhecimento se deve a uma equipe, a uma torcida, e não estou falando desses vagabundos que invadem local de trabalho”, declarou, ao mesmo tempo em que se disse satisfeito por ter o trabalho reconhecido no clube do Parque São Jorge.

Sem querer se aprofundar no assunto, Tite desviou de algumas perguntas sobre as torcidas organizadas, mas garantiu: “Tenho experiência em grandes clubes, sei o que acontece, qual é a relação”.

Depois, clamou por punição exemplar aos torcedores que brigam nos estádios, mas pediu para que o todo não tenha que pagar por uma minoria: “Quem é culpado deve ser punido. Punição generalizada é uma merda. O cara que não faz nada não pode ser punido. Se isso acontece, ele se sente ferido, ridicularizado. Fica tudo muito escuro”.

O treinador que levou o Corinthians ao bicampeonato Mundial também defendeu o Bom Senso FC e o zagueiro Paulo André, um dos líderes do movimento. Por fim, disse já ter recebido propostas de trabalho por parte de Internacional, Grêmio e até Atlético-MG, mas decidiu recusá-las.

“O [presidente] Alexandre Kalil me convidou para ir para o Atlético-MG depois da saída do Cuca. Por ele, pela estrutura, pelo desafio, a oferta me fez balançar. Mas eu não tinha condições de assumir um trabalho naquela hora. Grêmio e Inter também me procuraram”, falou.

Em dezembro de 2013, logo após deixar o Corinthians, Tite explicou que negociou com a sua esposa pelo menos três meses de férias. Se ele levar a sério a promessa, deverá em breve estar de volta no comando de algum grande time.

Jornal Midiamax