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Administração da Santa Casa não acredita que obra abandonada seja culpada por escorpiões

A administração da Santa Casa de Campo Grande não acredita que a obra abandonado do Hospital do Trauma tenha contribuído para o aparecimento de escorpiões nos Centros de Terapia Intensiva (CTI). O presidente da Associação Beneficente de Campo Grande (ABCG), que administra o hospital, Wilson Teslenco, afirma que o esgoto e o prédio antigo podem […]

Arquivo Publicado em 07/02/2014, às 20h19

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A administração da Santa Casa de Campo Grande não acredita que a obra abandonado do Hospital do Trauma tenha contribuído para o aparecimento de escorpiões nos Centros de Terapia Intensiva (CTI). O presidente da Associação Beneficente de Campo Grande (ABCG), que administra o hospital, Wilson Teslenco, afirma que o esgoto e o prédio antigo podem ter contribuído para a situação.


“Tem muitos relatos deste problema através da rede de esgoto do centro da cidade. A princípio locais secos e escuros são propícios para aparecimento de escorpiões. A obra em si seria mais um local, mas está longe do prédio. Temos que levar em consideração que a Santa Casa é prédio com mais de trinta anos”, afirmou. Porém, alguns funcionários acreditam que obra abandonada possa ser um dos focos de reproduções dos escorpiões.


De acordo com o Ministério da Saúde, pedras e entulhos de obra podem servir de obrigo para estes animais, bem como, ambientes úmidos e escuros. Terrenos abandonados, tacos soltos e até roupas sujas podem ser locai para que estes bichos de escondam.


Conforme Teslenco, a conclusão da obra do Hospital do Trauma depende do aval do Ministério da Saúde. “Na próxima segunda feira, estamos indo ao encontro do Ministério da Saúde para tentar obter autorizações que faltam. Aliás, já procuramos a construtora para retomar a obra”, explica. O ministério liberou R$ 9 milhões para a conclusão do hospital.


Por conta do aparecimento dos escorpiões, o hospital teve de interditar o CTI. A assessoria de imprensa da Santa Casa informou que o setor deve ser liberado na segunda-feira (10). O setor possui seis leitos e cinco pacientes foram remanejados para outros CTIs. De acordo com a assessoria se for necessário outros setores do hospital serão interditados para receber o veneno.

Jornal Midiamax