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Abandonada após investimento milionário, Orla Ferroviária pode ser reativada

A Orla Ferroviária, entre as avenidas Afonso Pena e Mato Grosso, criada em 2012, para ser um espaço turístico em Campo Grande (MS), pode ser transformada em uma espécie de ‘espaço sazonal’, com temáticas alusivas a datas comemorativas. A Orla Ferroviária, construída sobre antigos trilhos de trem, foi inaugurada em dezembro de 2012 e recebeu […]

Arquivo Publicado em 14/09/2014, às 15h47

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A Orla Ferroviária, entre as avenidas Afonso Pena e Mato Grosso, criada em 2012, para ser um espaço turístico em Campo Grande (MS), pode ser transformada em uma espécie de ‘espaço sazonal’, com temáticas alusivas a datas comemorativas.

A Orla Ferroviária, construída sobre antigos trilhos de trem, foi inaugurada em dezembro de 2012 e recebeu investimento de R$ 4,8 milhões, financiados pelo BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento).

De acordo com o secretário da Sedesc (Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia, Turismo e Agronegócio), Edil Albuquerque, várias ideias são cogitadas, uma delas prevê a ocupação dos espaços com motivos sazonais e em datas específicas, como Dia dos Pais e Dias das Mães, por meio de parceria com o Sesc.

“Estamos analisando o projeto como foi concebido e verificar porque não deu certo. Em cima disso vamos desenvolver”, afirmou ao Midiamax, durante visita à Feira de Antiguidades, neste domingo (14).

Ainda de acordo com o chefe da pasta, não há previsão para colocar a ideia em prática, pois ainda está em estudo. “O mais rápido possível”, disse.

Além da Orla Ferroviária, a Sedesc estuda parceria com a Fecomércio (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Mato Grosso do Sul) para fortalecer a Morada dos Baís e criar espaços gastronômicos e de exposições. “Um espaço interessante para receber os turistas”.

Assim como projeto da Orla Ferroviária, a ideia não tem previsão para sair do papel, mas, o secretário acredita que, por meio de parcerias, o projeto saia com mais agilidade. “Disponibilizando, a Fecomércio pode otimizar o espaço”, conclui.

Jornal Midiamax