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Violência preocupa moradores do Aero Rancho e Jardim Centenário na Capital

Moradores do bairro Aero Rancho e Jardim Centenário, imediações onde dois jovens trocaram tiros na última quarta-feira (09), mostram-se preocupados com a violência na região e com a falta de segurança. O incidente aconteceu justamente na divisa entre os dois bairros, na esquina da Rua da Divisão com a Rua Charlote. A maioria afirma que […]

Arquivo Publicado em 10/10/2013, às 13h19

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Moradores do bairro Aero Rancho e Jardim Centenário, imediações onde dois jovens trocaram tiros na última quarta-feira (09), mostram-se preocupados com a violência na região e com a falta de segurança.

O incidente aconteceu justamente na divisa entre os dois bairros, na esquina da Rua da Divisão com a Rua Charlote.

A maioria afirma que o principal problema é a rixa existente entre os integrantes das gangues dos dois bairros e os confrontos são freqüentes, colocando em risco a integridade das pessoas que não estão ligadas ao problema.

A aposentada Dirce (preferiu não dizer o sobrenome) de 76 anos de idade, diz que a situação é preocupante.

Moradora do Aero Rancho há 30 anos, ela disse que acompanhou todas as transformações na região. Mudou-se do local por motivos de saúde, pois o bairro não era asfaltado, mas retornou há um ano e convive com a violência.

“No começo era muito complicado, com muitas brigas. Depois melhorou mas nos últimos tempos tudo voltou e a violência é grande. Está muito complicado”, afirmou.

Por seu turno, o comerciante Valdecir Ribeiro, 56 anos, tem uma loja no Jardim Centenário há 13 anos e já foi assaltado três vezes. Durante um tiroteio em frente ao seu estabelecimento, um amigo dele foi vitima de bala perdida.

“A rixa entre as gangues é grande e não tem hora certa para a confusão acontecer.É só um de um grupo encontrar um rival que a confusão começa”, afirmou.

Segundo Valdecir, o principal problema é a falta de um policiamento mais efetivo. “Até que temos rondas esporádicas por aqui, mas quando precisamos acionar o pessoal do batalhão fica complicado pela distância. Quanto a violência, está cada dia pior”, conclui.

Jornal Midiamax