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Vasco vai a Brasília por certidões e quer anunciar patrocínios em 15 dias

Uma reunião decisiva para a situação financeira do Vasco acontece até a próxima quinta-feira em Brasília. A comitiva formada pelo presidente Roberto Dinamite, o diretor geral Cristiano Koehler e membros do departamento jurídico desembarca na capital federal e pretende voltar com as desejadas certidões negativas de débitos na bagagem. Otimista, a administração já planeja uma […]

Arquivo Publicado em 25/06/2013, às 18h21

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Uma reunião decisiva para a situação financeira do Vasco acontece até a próxima quinta-feira em Brasília. A comitiva formada pelo presidente Roberto Dinamite, o diretor geral Cristiano Koehler e membros do departamento jurídico desembarca na capital federal e pretende voltar com as desejadas certidões negativas de débitos na bagagem. Otimista, a administração já planeja uma entrevista coletiva para anunciar a conquista e futuros patrocinadores no prazo de 15 dias.


Nos bastidores de São Januário, a informação é que o acordo com a Receita Federal está finalizado. A cúpula cruzmaltina busca a assinatura dos documentos e publicação em diário oficial de pelo menos três certidões. Com o caminho livre para reorganizar as finanças, o Vasco quer anunciar os patrocínios com a Caixa Econômica Federal (R$ 20 milhões) e com a montadora de automóveis Nissan (R$ 8 milhões).


A partir do desbloqueio das receitas, o primeiro passo da administração Roberto Dinamite é quitar os dois meses de salários atrasados. Na sequência, parte do montante recebido será utilizada na tentativa da contratação de três reforços de peso para o Campeonato Brasileiro. Emerson Sheik, atacante do Corinthians, é um alvo conhecido dos dirigentes. O mesmo pode-se dizer dos goleiros Neto, da Fiorentina-ITA, e Gomes, do Tottenham-ING.


A diretoria cruzmaltina viajou com frequência para Brasília nos dois últimos meses na tentativa de finalizar o acordo referente ao processo de dívida com a Fazenda Nacional. O Vasco tem um passivo total de aproximadamente R$ 170 milhões com a Receita Federal. No entanto, o montante é calculado em diversas cotas, sendo a mais alta no valor de R$ 52 milhões.


O clube trabalhou o parcelamento da dívida para firmar acordos de patrocínio e ter condições de ser viável novamente. Sem acesso ao dinheiro, o Cruzmaltino não pode assinar contratos e sofre com salários atrasados. A Fazenda Nacional considera algumas formas de parcelamento. Em uma delas, ocorre o pagamento de 10% ou 20% de entrada. O restante é dividido em prestações a combinar. O Vasco já tem mais de R$ 20 milhões penhorados pela Justiça e quer o desbloqueio para quitar dívidas.

Jornal Midiamax