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Site oferece serviço de ‘lápide virtual’ para enterrados em cemitérios de Campo Grande

Já imaginou chegar ao cemitério e poder conhecer, nem que seja virtualmente, a história das pessoas ali enterradas? Parece coisa de filme, mas, sempre atenta às novidades tecnológicas, a publicitária Val Reis lançou o site “www.lembrancaeterna.com.br”. Seguindo a ideia do que já vem acontecendo em túmulos da Europa e EUA, a pessoa interessada deve montar […]

Arquivo Publicado em 01/11/2013, às 16h59

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Já imaginou chegar ao cemitério e poder conhecer, nem que seja virtualmente, a história das pessoas ali enterradas? Parece coisa de filme, mas, sempre atenta às novidades tecnológicas, a publicitária Val Reis lançou o site “www.lembrancaeterna.com.br”.

Seguindo a ideia do que já vem acontecendo em túmulos da Europa e EUA, a pessoa interessada deve montar uma lápide virtual com história, fotos e declarações para um ente querido. A partir daí, a pessoa que se interessar pode utilizar o QR Code para conhecer um pouco mais sobre o dono do jazigo diante dela.

De acordo com Val Reis, o site ainda é um lançamento e o serviço terá custo. Mas durante todo o mês de novembro, quem quiser encaminhar dados e informações sobre seus parentes para o site ganhará todos os serviços, inclusive a instalação do QR Code no túmulo escolhido, caso o jazigo esteja na cidade de Campo Grande – MS.

“Com esse sistema vi a possibilidade de registrar meus familiares já falecidos, para que outros da minha geração possam conhecer a história da minha família. Meu pai, que faleceu há 20 anos, é o primeiro a ser lembrado pelo portal”, afirma Val Reis.

Segundo a idealizadora do projeto em Campo Grande, para ter mais informações sobre a pessoa enterrada basta a pessoa ter um smartphone com acesso à internet, escanear o código e a história do dono do túmulo aparecerá no celular da pessoa.

Inventado em 1994 por uma subsidiária da Toyota, o QR code é um dos mais populares tipos de código de barras bidimensionais. Ele foi projetado para permitir que conteúdos sejam decodificados em alta velocidade.

Jornal Midiamax