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Seprotur credencia frigorífico no Novilho Precoce

Publicada no Diário Oficial do Estado do dia 23 de janeiro a resolução da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Agrário, da Produção, da Indústria, do Comércio e do Turismo (Seprotur) nº 605 que credencia o estabelecimento de abate de bovinos JBS, localizado em Nova Andradina, no Subprograma de Apoio à Criação de Bovino de Qualidade […]

Arquivo Publicado em 27/01/2013, às 12h38

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Publicada no Diário Oficial do Estado do dia 23 de janeiro a resolução da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Agrário, da Produção, da Indústria, do Comércio e do Turismo (Seprotur) nº 605 que credencia o estabelecimento de abate de bovinos JBS, localizado em Nova Andradina, no Subprograma de Apoio à Criação de Bovino de Qualidade e Conformidade, Novilho Precoce.


O Subprograma é integrante do Programa de Avanços na Pecuária de Mato Grosso do Sul (Proape). De acordo com a coordenadora do Subprograma, Gladys Espíndola, só podem ser credenciados os estabelecimentos que estão de acordo com as normas de serviço e inspeção sanitária, e ao serem habilitados os frigoríficos ficam aptos a realizar o abate de animais precoces.


“O frigorífico habilitado tem um programa da Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz) onde lança os abates precoces gerando um relatório, em seguida o beneficio concedido pelo Governo do Estado é repassado ao produtor pelo frigorífico”, explicou Gladys.


De acordo com o relatório do Novilho Precoce de 2012, atualmente estão credenciados 24 frigoríficos, sendo a média mensal de abate de 56 mil animais. “Só em 2012 foram 674.084 animais e até o dia 21 de janeiro já contamos com 5.481 produtores cadastrados”, disse a coordenadora.


Entre os principais benefícios que o Subprograma trouxe para o MS desde a sua implantação há 20 anos, estão o número significativo de plantas frigoríficas no Estado, além do apoio do Governo para a classe produtora e a soma de esforços de todos os elos da cadeia produtiva.


“Com isso ganham todos, o Estado que tem antecipação sobre o imposto sobre circulação de mercadorias (ICMS), o produtor, que antecipa seu lucro e principalmente o consumidor que tem o que há de melhor em carne bovina”, conclui Gladys.

Jornal Midiamax