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Sem conseguir explicar virada, Serena traça Roland Garros como meta

Campeã do Premier de Miami após reação impressionante, a norte-americana não consegue explicar como obteve a virada sobre a russa Maria Sharapova. Hexacampeã do torneio, a número um do mundo traça metas para a temporada e revela o desejo de voltar a vencer em Roland Garros. “Honestamente, não sei dizer agora qual foi o momento […]

Arquivo Publicado em 31/03/2013, às 13h51

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Campeã do Premier de Miami após reação impressionante, a norte-americana não consegue explicar como obteve a virada sobre a russa Maria Sharapova. Hexacampeã do torneio, a número um do mundo traça metas para a temporada e revela o desejo de voltar a vencer em Roland Garros.

“Honestamente, não sei dizer agora qual foi o momento exato da virada”, afirma. Após ser derrotada por 6/4 no primeiro set, Serena cedeu quebra e perdia por 3/2 na segunda parcial. Uma sequência de 10 games vencidos, porém, deu o título à norte-americana.

“Foi tudo tão rápido. Preciso rever a partida para saber o que deu certo ou errado. Mas certamente não estava com a energia habitual no começo da partida. Talvez tenha treinado demais ontem, ou feito muito exercício. Tentei me acalmar e relaxar”, relata.

No retrospecto geral, Serena acumula 12 vitórias em 14 partidas contra Sharapova. As duas únicas vitórias da russa aconteceram em 2004. Reconhecendo que teve desempenho abaixo do esperado, a número um do mundo elogiou a adversária russa.

“Hoje não parecia ser meu dia. Maria jogou talvez o melhor tênis que já a vi jogar, estava se mexendo de forma incrível, fazendo winners de todos os cantos. Como eu consegui ganhar sem meu melhor tênis? Vou ter mesmo que assistir a partida para entender. O que posso dizer agora é que mentalmente me sinto muito forte. Sinto que sempre posso elevar meu nível”, garante.

A líder do ranking mundial volta agora a sua atenção para a temporada de saibro. Campeã de todos os Grand Slams do circuito, Serena não tem mostrado bom desempenho em Roland Garros, competição que não vence desde 2002. Eliminada na primeira rodada da última edição do torneio, a norte-americana revela que sua maior ambição na temporada é levantar o troféu sob a Torre Eiffel.

“Adoro o saibro, adoro deslizar. Minha meta é ganhar Roland Garros neste ano”, diz, apesar de ressaltar que este não é o seu tipo de piso preferido. “O que gosto mesmo é da grama, onde seu saque funciona melhor”, conclui.

Jornal Midiamax