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Secretário da Fifa diz que Brasil terá ingresso mais barato da história das Copas

A Fifa deu uma prévia de como irá trabalhar em relação aos ingressos que serão disponibilizados para o público assistir aos jogos da Copa do Mundo de 2014. Nesta segunda-feira, o secretário-geral Jérôme Valcke adiantou que o preço dos bilhetes será o mais barato da história das Copas. A previsão da Fifa é que 70% […]

Arquivo Publicado em 01/07/2013, às 17h08

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A Fifa deu uma prévia de como irá trabalhar em relação aos ingressos que serão disponibilizados para o público assistir aos jogos da Copa do Mundo de 2014. Nesta segunda-feira, o secretário-geral Jérôme Valcke adiantou que o preço dos bilhetes será o mais barato da história das Copas. A previsão da Fifa é que 70% das partidas do Mundial no Brasil tenham preços abaixo da média praticada até a África do Sul.


Na Copa-2010, o ingresso mais acessível custou US$ 20 (cerca de R$ 44), que podiam ser adquiridos somente pelos sul-africanos. O bilhete mais caro – para a final – saiu a US$ 900 (cerca de R$ 2.000).


“Nós vamos ter o ingresso mais barato que já tivemos na história das Copas do Mundo. Em 70% dos jogos, o preço será realmente barato”, afirmou Valcke.


A Fifa fez um balanço da Copa das Confederações em reunião no Rio de Janeiro nesta segunda, data em que já iniciou as conversas para dar os primeiros passos na organização para a Copa-2014. O encontro contou com a presença do presidente Joseph Blatter e do secretário-geral Jérôme Valcke. Além dos representantes da entidade máxima do futebol, José Maria Marin, Ronaldo e Aldo Rebelo também estiveram no encontro.


Nenhum outro detalhe a respeito da venda de ingressos para a Copa foi anunciado, algo que deverá ser feito no dia 19 de julho. Na Copa das Confederações, a retirada dos ingressos causou muita confusão. Os torcedores que compraram entradas do torneio tiveram que ir até um dos postos de troca de ingressos definidos pela Fifa para receber o bilhete que daria acesso ao estádio. A iniciativa causou muitos problemas, com longas filas e reclamação.

Jornal Midiamax