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Rússia diz que membros do Greenpeace serão acusados de outros delitos graves

Investigadores russos afirmaram nesta quarta-feira que vários dos 30 ativistas do Greenpeace, em prisão provisória por pirataria por tentar realizar uma ação de protesto no Ártico, serão acusados de outros delitos graves. Depois de uma revista em seu barco, foram achados entorpecentes e equipamentos suspeitos. O comitê de investigação com sede em Moscou indicou, em […]

Arquivo Publicado em 09/10/2013, às 15h14

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Investigadores russos afirmaram nesta quarta-feira que vários dos 30 ativistas do Greenpeace, em prisão provisória por pirataria por tentar realizar uma ação de protesto no Ártico, serão acusados de outros delitos graves.


Depois de uma revista em seu barco, foram achados entorpecentes e equipamentos suspeitos.


O comitê de investigação com sede em Moscou indicou, em um comunicado, ter achado na embarcação, detida em 19 de dezembro, produtos entorpecentes, aparentemente dormideira e morfina, assim como equipamentos tecnológicos suspeitos.


Esses equipamentos tinham “um duplo propósito e poderiam ser utilizados não apenas para fins ecológicos”, acrescentaram.


“A investigação está identificando os indivíduos que voluntariamente se arremeteram contra as embarcações da Guarda Costeira, pondo em risco a vida e a integridade física dos representantes da força pública”, acrescentou, em um comunicado, o porta-voz do comitê de investigação, Vladimir Markin.


O “Arctic Sunrise” foi rebocado para o litoral russo depois que alguns ativistas tentaram escalar uma plataforma do gigante russo Gazprom para denunciar o impacto ambiental da exploração de hidrocarbonetos no Ártico.


Quatro russos e 26 estrangeiros, entre eles a brasileira Ana Paula Maciel, foram indiciados por pirataria, delito punido com até 15 anos de prisão.

Jornal Midiamax