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Professora é proibida de dar aulas após enviar mensagens sensuais a aluno

No País de Gales, a professora Lindsay Black, 28, foi proibida de dar aulas de teatro após trocar mensagens de cunho sexual com um de seus alunos de uma escola católica. As informações são do Daily News. Lindsay teria entrado em contato com um de seus alunos pelo Facebook perguntando inicialmente sobre o curso e, […]

Arquivo Publicado em 06/11/2013, às 18h36

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No País de Gales, a professora Lindsay Black, 28, foi proibida de dar aulas de teatro após trocar mensagens de cunho sexual com um de seus alunos de uma escola católica. As informações são do Daily News.


Lindsay teria entrado em contato com um de seus alunos pelo Facebook perguntando inicialmente sobre o curso e, em seguida, teria começado a mandar mensagens sobre sexo e álcool. Em uma delas, chegou a dizer que havia sonhado que estava fazendo sexo com o estudante de 17 anos. “Eles não se encontraram, mas ficaram comentando sobre isso”, contou ao Daily News a professora de inglês Abigail Watts, da mesma escola.


Em suas aulas, a professora ainda teria perguntado aos alunos quem era virgem e pedido para que os que nunca fizeram sexo ficassem de pé na sala. Em outro incidente, ela teria jogado a brincadeira do “eu nunca”, perguntando se eles já haviam encenado atos sexuais.


A colega de trabalho Sandra Davies afirmou que os estudantes também contaram a ela o que estava acontecendo. “Ela disse que queria trair uma vez seu noivo antes de se casar e que fantasiava fazer sexo na mesa das aulas de teatro”, conta.


Após as denúncias de sua conduta em sala de aula, Black foi confrontada pelo diretor de teatro da escola sobre suas conversas com os estudantes. A professora teria respondido que era apenas um exercício para que eles entrassem nos personagens.


O Conselho Geral de professores do País de Gales achou a conduta profissional da professora de teatro inaceitável e a baniu de dar aulas. “As ações de Black são fundamentalmente incompatíveis com a carreira de professor”, diz Peter Williams, presidente do comitê.

Jornal Midiamax