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PF protesta em frente à governadoria e ameaça greve se Dilma não atender pleitos

Munidos de faixa, representantes do Sindicato dos Policiais Federais de Mato Grosso do Sul foram, nesta quinta-feira (27), à governadoria como forma de pressionar a presidente Dilma Rousseff (PT) a atender pleitos da categoria. Na ocasião, o alvo da pressão foi o assessor do Ministério da Justiça, Marcelo Veiga, que está no Estado para participar […]

Arquivo Publicado em 27/06/2013, às 18h15

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Munidos de faixa, representantes do Sindicato dos Policiais Federais de Mato Grosso do Sul foram, nesta quinta-feira (27), à governadoria como forma de pressionar a presidente Dilma Rousseff (PT) a atender pleitos da categoria. Na ocasião, o alvo da pressão foi o assessor do Ministério da Justiça, Marcelo Veiga, que está no Estado para participar de reunião sobre conflitos indígenas.


“Queremos que o Governo Federal faça a reestruturação da carreira”, disse o presidente do sindicato, Jorge Luís Ribeiro Caldas. Segundo ele, desde 1996, agentes, escrivães e papiloscopistas foram promovidos à categoria de nível superior, mas continuam recebendo benefícios e salário de nível médio. “Há três anos cobramos a reestruturação e nada”, frisou.


No caso dos profissionais, o salário inicial é de R$ 7,5 mil. Se confirmada à reestruturação, o valor passará para R$ 11,5 mil, estimou o presidente do sindicato. “Somos a única categoria de nível superior que não é reconhecida”, comentou. Ele disse ainda que os policiais vão esperar até o próximo domingo (30) por uma proposta da presidente.


“Se ela não se manifestar, vamos fazer assembleias para discutir a possibilidade de paralisação ou da retomada da greve”, relatou Caldas. No ano passado, a Polícia Federal cruzou os braços em Mato Grosso do Sul e somente em Campo Grande 250 inquéritos ficaram ‘travados’. Também ocorreu prejuízo na emissão de passaportes.


De acordo com o presidente do sindicato da PF, a decisão de esperar até 30 de junho leva em consideração o fato de a presidente ter até 30 de agosto para fechar a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2014. No sentido de ajudar a categoria, no próximo dia 16 de julho, o Congresso irá lançar a Frente Parlamentar de Reestruturação.

Jornal Midiamax