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Para PSB de Campos, Dilma liberou corrida pela sucessão presidencial

Ao retardar o anúncio dos seus planos para 2014, o governador Eduardo Campos (PE) fica numa posição parecida com a do sujeito que torce pelo Vasco na arquibancada do Flamengo. Uma hora a coisa descamba para a encrenca. Ele e sua turma enxergaram no timbre eleitoral do pronunciamento energético de Dilma Rousseff um quê de […]

Arquivo Publicado em 26/01/2013, às 13h45

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Ao retardar o anúncio dos seus planos para 2014, o governador Eduardo Campos (PE) fica numa posição parecida com a do sujeito que torce pelo Vasco na arquibancada do Flamengo. Uma hora a coisa descamba para a encrenca. Ele e sua turma enxergaram no timbre eleitoral do pronunciamento energético de Dilma Rousseff um quê de liberou geral.


“Precisamos de uma candidatura presidencial nova, com conteúdo, como a de Eduardo Campos. A presidente Dilma deixou claro nesse discurso (do barateamento da conta de luz) que é candidata à reeleição, que quer um mandato de oito anos. Então, nós ficamos liberados para falar sobre isso também,” disse o deputado Beto Albuquerque, líder do PSB na Câmara


Agora, para deixar as coisas claras, só falta o PSB devolver a Dilma os dois ministérios que controla: Integração Nacional e Portos.


Ao mesmo tempo, a atenção dos petistas está voltada, principalmente, para o Nordeste, onde Eduardo Campos, também presidente nacional do PSB, tem conquistado cada vez mais espaço.


O líder do PT na Câmara dos Deputados, José Guimarães (CE), não descarta, inclusive, que o governador pernambucano, assim como Cid Gomes (PSB), governador do Ceará, sejam convidados para as incursões da presidente pelo interior desses estados.

Jornal Midiamax