Geral

Obama pede ao Irã acordo diplomático para encerrar impasse sobre programa nuclear

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, apelou para que o governo do Irã faça um acordo diplomático para encerrar a polêmica causada pelo programa nuclear desenvolvido pelo país. “É chegada a hora de [encontrar] uma solução diplomática, porque uma coligação está unida para exigir que eles [iranianos] cumpram suas obrigações”, ressaltou Obama. O presidente […]

Arquivo Publicado em 13/02/2013, às 14h30

None

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, apelou para que o governo do Irã faça um acordo diplomático para encerrar a polêmica causada pelo programa nuclear desenvolvido pelo país.


“É chegada a hora de [encontrar] uma solução diplomática, porque uma coligação está unida para exigir que eles [iranianos] cumpram suas obrigações”, ressaltou Obama. O presidente norte-americano disse também que está disposto a negociar com o governo da Rússia uma redução adicional do arsenal nuclear de ambos os países.


“Vamos envolver a Rússia para procurar reduções adicionais nos nossos arsenais nucleares e continuar a liderar o esforço global para evitar que materiais nucleares caiam nas mãos erradas”, disse.


O chamado P5+1 ( Rússia, China, França, Reino Unido, França, Estados Unidos e Alemanha) retomaram as negociações com o Irã. A ideia é buscar um acordo sobre o impasse que envolve o programa.


O programa nuclear iraniano é alvo de suspeitas de parte da comunidade internacional porque há denúncias de produção de armas. As autoridades iranianas negam as irregularidades e dizem que o programa tem fins pacíficos.


A última rodada das negociações ocorreu em junho de 2012. Em janeiro, o secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irã, Saeed Jalili, elogiou a retomada das reuniões com o P5+1.


De acordo com o iraniano, o Irã é signatário do Tratado de Não Proliferação Nuclear e membro da Agência Internacional de Energia Atômica (Aiea) e, portanto, tem o direito de desenvolver e adquirir tecnologia nuclear para fins pacíficos.


*Com informações da agência pública de notícias de Portugal, Lusa.

Jornal Midiamax