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Obama feliz pelo apaziguamento, mas quer solução em longo prazo

O presidente Barack Obama está feliz com o aparente apaziguamento em Washington, depois da proposta dos republicanos de adiar por várias semanas o vencimento da dívida, mas preferia uma solução em longo prazo, afirmou nesta quinta-feira seu porta-voz. Em seu encontro diário com a imprensa, Jay Carney explicou que o presidente ainda vai manifestar a […]

Arquivo Publicado em 10/10/2013, às 19h43

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O presidente Barack Obama está feliz com o aparente apaziguamento em Washington, depois da proposta dos republicanos de adiar por várias semanas o vencimento da dívida, mas preferia uma solução em longo prazo, afirmou nesta quinta-feira seu porta-voz.

Em seu encontro diário com a imprensa, Jay Carney explicou que o presidente ainda vai manifestar a sua opinião sobre a proposta dos republicanos, esperados durante a tarde na Casa Branca, e quer também conseguir uma solução a respeito de outro componente da crise, a paralisia parcial do Estado federal na ausência de um orçamento, o que já dura dez dias.

Líderes republicanos vão propor ao presidente Obama um acordo para aumentar temporariamente o teto da dívida federal a fim de evitar o risco de um calote iminente, afirmaram os congressistas nesta quinta-feira.

“Seria de curto prazo”, afirmou o congressista Robert Pittenger aos jornalistas depois de uma reunião de legisladores republicanos em Capitol Hill. Os líderes do Partido Republicano foram convidados a se reunir com Obama até o fim do dia.

Já o presidente da Câmara de Representantes, John Boehner anunciou à imprensa que em breve os legisladores vão votar uma extensão temporária do teto da dívida, pedindo, ao mesmo tempo, aos democratas que negociem o orçamento e os gastos públicos.

“O que discutimos como grupo (republicano) é uma extensão temporária do teto da dívida, em troca de um compromisso real deste presidente e do líder da maioria no Senado (democrata) de sentarem-se para negociar sobre angustiantes problemas que o povo americano enfrenta”, afirmou Boehner.

Jornal Midiamax