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Não sei se sou pior ou melhor, mas diferente, diz Delcídio sobre eleições de 2014

O senador Delcídio do Amaral (PT) não está preocupado com as previsões de quem, baseado nos protestos por renovação, aposta na derrocada de candidatos com algum tempo na política. Pré-candidato do PT ao Governo do Estado em 2014, o senador faz uma breve análise. “Não sei se sou pior ou melhor, mas diferente certeza que […]

Arquivo Publicado em 20/07/2013, às 11h28

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O senador Delcídio do Amaral (PT) não está preocupado com as previsões de quem, baseado nos protestos por renovação, aposta na derrocada de candidatos com algum tempo na política. Pré-candidato do PT ao Governo do Estado em 2014, o senador faz uma breve análise.

“Não sei se sou pior ou melhor, mas diferente certeza que sou”, disse o senador, ressaltando com pontos positivos a experiência política, aliada ao grande tempo de trabalho prestado na área de tecnologia em empresas do mundo inteiro. “Tenho um mandato em que procuro trabalhar pelo Estado, com uma postura pró-ativa e sem perseguição ou ódio”, complementou.

A menos de um ano das convenções, o pré-candidato avalia que ainda é cedo para tomar qualquer decisão sobre alianças, visto que o cenário continua bem indefinido. “Antecipar qualquer decisão agora é no mínimo temerário. Ninguém pode afirmar qual será o cenário daqui a cinco meses. É pré-maturo. Tem que ter muita cautela, prudência e cuidado”, analisou.

Nos últimos dias a presidente Dilma Rousseff (PT) tem caído nas pesquisas, o que faz muita gente acreditar em mudança no cenário nos estados. Em Mato Grosso do Sul o PT caminha bem próximo do PSDB, do pré-candidato Reinaldo Azambuja, mas alguns defendem a candidatura do tucano para ajudar o pré-candidato à presidência, senador Aécio Neves (PSDB). Porém, o senador não acredita em grandes mudanças, ressaltando que Dilma não caiu sozinha. “O Aécio não teve nenhum ganho. Minas é um dos estados onde a manifestação é mais intensa contra o governo e o próprio Aécio”, rebateu.

Delcídio também não demonstra dificuldade na defesa da presidente Dilma Rousseff e rebate as indiretas de quem avalia que ele está tentando se afastar por medo de sofrer retaliações de quem desaprova o governo petista. Sobre as acusações, o senador lembra que ele e a presidente são amigos de muitos anos e vieram do mesmo setor. “Quem fizer qualquer diagnóstico diante da volatilidade do cenário pode se enganar e quebrar a cara”, concluiu.

Jornal Midiamax