Mazina culpa transição ‘sem conversa’ pela falta de remédios em Campo Grande

A lei determina que a equipe do gestor municipal tenha troca de informações com a do prefeito eleito durante o período de transição, para que não haja problemas nos serviços públicos durante o primeiro ano do novo mandato. No entanto, em Campo Grande a dificuldade de diálogo entre o grupo de Nelsinho Trad e Alcides […]
| 16/08/2013
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Mazina culpa transição ‘sem conversa’ pela falta de remédios em Campo Grande

A lei determina que a equipe do gestor municipal tenha troca de informações com a do prefeito eleito durante o período de transição, para que não haja problemas nos serviços públicos durante o primeiro ano do novo mandato. No entanto, em Campo Grande a dificuldade de diálogo entre o grupo de Nelsinho Trad e Alcides Bernal gerou problemas no fornecimento de remédios nos postos de saúde conforme disse Leandro Manzina a CPI da Saúde da Assembleia nesta tarde.

“Nós tentamos, mas a atual gestão não quis conversa em dezembro do ano passado. A Secretaria Municipal de Saúde chegou a organizar a documentação para um processo licitatório de medicamentos, mas o Ministério Público Estadual orientou a Central de Compras da Prefeitura que não fizesse já em novembro a aquisições para 2013”, relata o secretário de Sáude entre 2009 e 2012.

Manzina contou aos deputados que o atual prefeito não teve interesse em buscar informações sobre o abastecimento de materiais para o seu primeiro ano de governo. O ex-secretário afirmou que a demora de Alcides Bernal em definir sua equipe de governo pode ter tido influências em problemas na Saúde.

“Em alguns itens foi deixado um estoque com disponibilidade de materiais até março de 2013. Para outros é necessária que se faça compra regularmente e cabe a Administração que esteja em exercício fazer a análise e realizar as aquisições com agilidade”, esclareceu Mazina na CPI.

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