Geral

Marin se vinga de Dilma e impede campeões de visitar o Planalto

Durante o segundo tempo da partida em que o Brasil se sagrou campeão da Copa das confederações, quando já estava claro que o resultado era “batata”, um emissário do Palácio do Planalto presente ao Maracanã se encontrou em sigilo com um representante da CBF e disse que a presidente Dilma estava se “oferecendo” para receber […]

Arquivo Publicado em 02/07/2013, às 23h48

None

Durante o segundo tempo da partida em que o Brasil se sagrou campeão da Copa das confederações, quando já estava claro que o resultado era “batata”, um emissário do Palácio do Planalto presente ao Maracanã se encontrou em sigilo com um representante da CBF e disse que a presidente Dilma estava se “oferecendo” para receber toda a seleção em uma recepção de gala na segunda-feira por volta da hora do almoço.

Não seria nada demais, uma vez que já é uma tradição que seleções campeãs em torneios oficiais sejam recebidas pelos presidentes da República em exercício. Tem sido assim desde a ditadura, aliás. O que ocorreu, porém, foi que o representante da CBF contatado pelo emissário do Planalto era um fiel escudeiro de José Maria Marin, presidente da entidade esportiva e inimigo “figadal” de Dilma –depois que a presidente por várias vezes se recusou a recebê-lo para audiências ou mesmo um cafezinho.

Assim que foi informado do interesse de Dilma, Marin chamou Felipão e informou que oficialmente estava dispensando toda a seleção assim que a cerimônia de encerramento da Copa terminasse. Felipão, que nem sequer sabia do interesse de Dilma na visita dos campeões, repassou o aviso à comissão técnica, que por sua vez repassou aos jogadores.

Antes que o prato esfriasse, Marin se vingou de Dilma ao não lhe dar o gostinho de tirar uma “lasquinha” da impressionante campanha da seleção na Copa das Confederações.

Jornal Midiamax