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Maracaju sediará Festival Internacional de Enduro Equestre

Cavaleiros e amazonas do Brasil, França e Uruguai participam neste sábado (6) do Festival Internacional de Enduro. A largada está marcada para as 6 horas no Haras Engenho – Maracaju/MS. Este é o segundo ano que o Haras Engenho participa da seletiva internacional de enduro equestre, após 12 anos promovendo competições da categoria. A prova […]

Arquivo Publicado em 03/07/2013, às 11h35

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Cavaleiros e amazonas do Brasil, França e Uruguai participam neste sábado (6) do Festival Internacional de Enduro. A largada está marcada para as 6 horas no Haras Engenho – Maracaju/MS.

Este é o segundo ano que o Haras Engenho participa da seletiva internacional de enduro equestre, após 12 anos promovendo competições da categoria. A prova é uma seletiva para o Campeonato Pan-Americano 2013, que acontece em outubro no Uruguai, e também observatória para o Campeonato Mundial (World Equestrian Games – WEG), que acontece em 2014 na França.

Com a chancela da Federação Equestre Internacional (FEI), Confederação Brasileira de Hipismo (CBH) e Federação Sul-Mato-Grossense de Hipismo (FSMH), o Festival Internacional de Enduro vai promover provas nas modalidades Velocidade Livre (80 km e 120 km FEI – observatória WEG 2014/ 80 km e 60 km CBH – seletiva Campeonato Pan-Americano 2013) e Velocidade Controlada (15 km e 40 km Estadual).

Segundo o médico veterinário e integrante da equipe organizadora do evento, Paulo Zandavalli, estão sendo esperados cerca de 100 participantes de diversas regiões do Brasil (Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Mato Grosso do Sul), além da França e Uruguai. “Temos inclusive a confirmação do único endurista cego confederado do mundo e que já foi campeão brasileiro, Luiz Alberto Melchert de Carvalho e Silva”, antecipa o veterinário ao sinalizar a qualidade do evento. Ele confirmou também a participação do técnico da Confederação Brasileira de Hipismo, o francês Jean Louis Leclerc.

Ainda que tímido Mato Grosso do Sul vem incorporando modalidades hípicas ao lazer das pessoas urbanas. “Notamos que para as pessoas rurais o hobby é ir para a cidade. Já nos grandes centros ocorre o contrário. O que falta para nós é apenas evoluir neste sentido, pois temos aqui condições climáticas, topografia e solo apropriado, além da criação ser uma das melhores do País”, explica Zandavalli se referindo ao Cavalo Árabe. O Estado é hoje o terceiro maior produtor nacional com uma criação de alta qualidade, acumulando prêmios e grandes reprodutores.

Jornal Midiamax