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Maior cyberataque da história deixa Internet mundial mais lenta

As conexões de Internet do mundo inteiro ficaram mais lentas hoje por causa de um dos maiores ataques informáticos da história da rede. Uma briga entre o Spamhaus, um grupo que luta contra o spam, e um provedor da Holanda chamado Cyberbunker gerou uma série de ataques cibernéticos que atingiram a estrutura central da rede, […]

Arquivo Publicado em 27/03/2013, às 16h35

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As conexões de Internet do mundo inteiro ficaram mais lentas hoje por causa de um dos maiores ataques informáticos da história da rede.



Uma briga entre o Spamhaus, um grupo que luta contra o spam, e um provedor da Holanda chamado Cyberbunker gerou uma série de ataques cibernéticos que atingiram a estrutura central da rede, congestionando os sistemas.



O grupo Spamhaus, que tem bases em Londres e Genebra, é uma organização sem fins lucrativos que tenta ajudar provedores de e-mail a filtrar spam e outros conteúdos indesejados. Para conseguir esse objetivo, o grupo mantém listas de endereços que devem ser bloqueadas e de servidores conhecidos por serem usados para fins pouco transparentes.



Há poucas semanas, o Spamhaus bloqueou servidores mantidos pelo Cyberbunker, provedor que abriga sites de qualquer natureza e conteúdo, com exceção de pornografia ou material relacionado a terrorismo.



Segundo o Spamhaus seria o próprio Cyberbunker o responsável pelos ataques, em cooperação com “gangues criminosas” do leste da Europa e da Rússia.



Um porta-voz da Cyberbynker declarou que o Spamhaus estava abusando de seu poder, não sendo autorizado a decidir “o que acontece e o que não acontece na Internet”.



Por sua vez, Steve Linford, chefe do Spamhaus, declarou que a escala do ataque não tem precedentes. “Estamos sofrendo estes ciberataques há pelo menos uma semana. Mas continuaremos funcionando, não conseguirão nos derrubar. Nossos engenheiros estão fazendo um trabalho imenso para nos manter de pé. Este tipo de ataque derruba praticamente qualquer coisa”.



Os grupos policiais de combate a crimes cibernéticos de cinco paises estão investigando os ataques.

Jornal Midiamax