Geral

Ladrões roubam R$ 164 mil, mas peso do dinheiro atrapalha fuga

A Polícia Militar prendeu em flagrante três pessoas suspeitas de roubar cerca de R$ 164 mil e objetos de valor em uma casa no conjunto M da QNN 22, em Ceilândia. Segundo a PM, a apreensão ocorreu por volta de 1h, neste domingo (31). Wanderley de Oliveira Rodrigues, 28 anos, Douglas Ferreira Lima, 28, e […]

Arquivo Publicado em 31/03/2013, às 18h35

None

A Polícia Militar prendeu em flagrante três pessoas suspeitas de roubar cerca de R$ 164 mil e objetos de valor em uma casa no conjunto M da QNN 22, em Ceilândia. Segundo a PM, a apreensão ocorreu por volta de 1h, neste domingo (31).


Wanderley de Oliveira Rodrigues, 28 anos, Douglas Ferreira Lima, 28, e Luan Henrique Veríssimo de Oliveira, 21, moravam na mesma quadra da vítima, o que facilitou a ação. “Essa casa se destaca das outras. E as vítimas conheciam os autores de vista. Eles certamente sabiam que havia valores lá”, informou o delegado de plantão Celízio Espíndola da 23ª Delegacia de Polícia (P. Sul).


A Central Integrada de Atendimento e Despacho (Ciade) comunicou o roubo, a partir de denúncia dos vizinhos. Quando viram os homens do 8º Batalhão, os ladrões, que estavam nas imediações da quadra, tentaram escapar. Segundo a polícia, a fuga foi dificultada porque um dos suspeitos carregava muito dinheiro nas roupas.


Os policiais acreditam que a quantia possa ultrapassar os R$ 164 mil contabilizados até o momento, porque um quarto integrante do grupo conseguiu fugir levando um saco. Além do dinheiro, foram recuperadas algumas joias, celulares, um relógio e uma coleção de carros de brinquedo.


A proprietária da casa informou que é esposa de um funcionário da Caixa Econômica Federal. Ele estaria viajando e ela não soube precisar se o dinheiro era do marido, segundo a PM. O delegado esclareceu que, num segundo momento, os proprietários da casa assumiram serem donos de toda a quantia.


“Inicialmente, eles falaram que só cerca de R$ 60 mil eram deles, depois admitiram que era todo o montante. Como o dono da casa trabalha no setor de habitações, ele disse que o dinheiro era um extra pago por algumas pessoas para que ele desse andamento aos processos”, mencionou.

Jornal Midiamax