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Julgamento dos acusados pela morte de advogado foi adiado para abril

O júri popular de três dos sete acusados de envolvimento no homicídio do advogado Nivaldo Nogueira de Souza que aconteceria na manhã desta terça-feira (26) foi cancelado. O julgamento foi remarcado para o dia 23 de abril. O juiz Carlos Alberto Garcete informou que o comandante da Polícia Militar de Paranaíba, Major Ademir Oliveira, teria […]

Arquivo Publicado em 26/03/2013, às 14h57

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O júri popular de três dos sete acusados de envolvimento no homicídio do advogado Nivaldo Nogueira de Souza que aconteceria na manhã desta terça-feira (26) foi cancelado. O julgamento foi remarcado para o dia 23 de abril.

O juiz Carlos Alberto Garcete informou que o comandante da Polícia Militar de Paranaíba, Major Ademir Oliveira, teria se confundido com a data da audiência e os acusados, que estão presos em Costa Rica, não compareceram, por isso a remarcação.

O presidente da Comissão dos Advogados Criminalistas da OAB/MS, Luiz Carlos Saldanha Rodrigues Junior, disse que o comandante ignorou a relevância da missão. “O comandante deveria ter tomado as providência necessárias para a escolta dos presos, o que não aconteceu, pois em caso de dúvidas tinha como saná-las previamente. O juiz já o condenou a pagar por todas as despesas do julgamento adiado e determinou a abertura de processo administrativo disciplinar contra ele”.

Familiares compareceram em peso

Familiares da vítima vieram de outras cidades para acompanhar o júri. Sueli Souza dos Santos, irmã do advogado, que é de Lagoa Santa/MG, questionou as circunstâncias dos fatos e espera que a justiça seja feita. “O juiz determina e todos comparecem, menos os acusados, isso é muito estranho. Mas acredito na justiça e eles vão pagar pelo que fizeram, até mesmo para evitar que outras famílias sofram como a nossa sofreu com essa tragédia”, comenta.

Para o assistente de acusação, o advogado Benedito de Figueiredo o acompanhamento da Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional Mato Grosso do Sul (OAB/MS) é fundamental para a defesa da classe advocatícia. “É preciso a mobilização da Ordem para que os advogados compareçam na audiência, afinal foi um colega assassinado”, destaca.

(Com informações da OAB/MS)

Jornal Midiamax