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Futuro de Nelsinho no governo será definido na próxima semana

O governador André Puccinelli (PMDB) disse na manhã desta sexta-feira (15) que ainda não definiu o futuro do prefeito de Campo Grande, Nelsinho Trad (PMDB). Questionado sobre o cargo a ser dado por Nelsinho no governo, Puccinelli preferiu lembrar que o ex-prefeito disse que descansaria bastante. Indagado se teria espaço para Nelsinho, Puccinelli disse que […]

Arquivo Publicado em 15/02/2013, às 14h03

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O governador André Puccinelli (PMDB) disse na manhã desta sexta-feira (15) que ainda não definiu o futuro do prefeito de Campo Grande, Nelsinho Trad (PMDB). Questionado sobre o cargo a ser dado por Nelsinho no governo, Puccinelli preferiu lembrar que o ex-prefeito disse que descansaria bastante.

Indagado se teria espaço para Nelsinho, Puccinelli disse que chegou de férias recentemente, mas pretende ter uma conversa com todo o PMDB na próxima semana. “Vou me reunir com parlamentares estaduais, federais, com o Nelsinho e a Simone (governadora Simone Tebet-PMDB) na próxima semana”, disse.

O governador disse que criaria uma função especial para Nelsinho poder visitar municípios do interior e tentar pavimentar a eleição para o governo. Porém, ficou só na conversa. Antes de sair de férias, Puccinelli disse que o futuro de Nelsinho seria decidido na volta dos deputados ao trabalho, o que aumentou a expectativa de que Carlos Marun (PMDB) retornar ao posto de deputado, para Nelsinho assumir a secretaria de Habitação.

Puccinelli preferiu se esquivar quando questionado sobre o espaço destinado a partidos aliados no governo e ressaltou que já encaminhou para as secretarias a proposta de reforma administrativa. Ele alegou que está estudando o remanejamento a ser feito e garantiu que ainda não definiu, por exemplo, se o vereador Herculano Borges (PSC) integrará o governo. Apesar da indefinição, Puccinelli disse que está aberto a conversas.

“A qualquer hora que queiram conversar: Mandetta, Trad, Simone”. Indagado se haveria cargos para atender a insatisfação de aliados, que alegam não fazer parte, efetivamente, do governo, Puccinelli fez mistério: “Não sei. Vocês vão ver pelo diário oficial”, cocluiu.

Aliados de Puccinelli, principalmente o PDT, já reclamaram do pouco espaço dado no governo de Puccinelli. Os aliados esperam incluir indicados nas 100 vagas que, segundo Puccinelli, estão disponíveis para comissionados. Também estão vagos os cargos de chefia da Fundação do Trabalho de Mato Grosso do Sul (Funtrab), Agência Estadual de Regulação de Serviços Públicos de Mato Grosso do Sul (Agepan), Procon e Escola de Governo.

Jornal Midiamax