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Família de Campo Grande procura na internet doador de medula para bebê de 1 ano

Para tentar encontrar um doador de medula óssea para o pequeno Jonas, de um ano e dois meses, uma família de Campo Grande está realizando uma campanha pela Internet para que as pessoas se cadastrem no banco de doadores de medula óssea. Segundo a mãe de Jonas, a publicitária Jeanie Amorim, a família descobriu que […]

Arquivo Publicado em 03/12/2013, às 20h20

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Para tentar encontrar um doador de medula óssea para o pequeno Jonas, de um ano e dois meses, uma família de Campo Grande está realizando uma campanha pela Internet para que as pessoas se cadastrem no banco de doadores de medula óssea.


Segundo a mãe de Jonas, a publicitária Jeanie Amorim, a família descobriu que o bebê estava com leucemia no fim do mês de setembro, logo depois ele foi internado no Hospital Regional Rosa Pedrossian, onde passou por sessões de quimioterapia. “Ele não reagiu bem a quimioterapia, e por causa disso, vai ter que ser realizado o transplante”, explica.


A mãe conta que Jonas apresentava sintomas de virose e fez tratamento por cerca de uma semana. Como ele não melhorou e começou a apresentar outros sintomas, foi solicitado um hemograma que constatou a suspeita de leucemia. Posteriormente, a suspeita foi confirmada.


“Faz pouco tempo que ficamos sabendo que ele precisaria fazer o transplante, como eu não sou compatível e é bem difícil achar um, estamos pedindo ajuda dos familiares, amigos e amigos dos amigos”, diz Jeanie.


Para reforçar a campanha, a família elaborou plaquinhas que estão disponíveis no Hemosul e no Hospital Regional para as pessoas que apoiam a campanha divulgarem em redes sociais com a hashtag, #Doevidaaojonas.


Como se tornar um doador de medula


Para ser um doador de medula é necessário que a pessoa se cadastre no banco de medula. Para isso é necessário ter entre 18 e 55 anos de idade, estar em bom estado de saúde, não pode ter doença infecciosa e incapacitante. A mãe de Jonas destaca que muitas pessoas confunde o cadastro de medula com a doação de sangue. Para se cadastrar, a pessoa pode ter tatuagem, estar grávida ou amamentando, ter pressão alta, ser diabético, pode estar abaixo do peso e não importa seu grupo sanguíneo.


Para se cadastrar é necessário levar RG e serão coletados de 5 ml a 10ml de seu sangue para verificar a tipagem genética encaminhando ao Registro Nacional de doadores de medula óssea (Redome). O cadastro é nacional e pode ajudar ao Jonas ou outra pessoa em qualquer parte do Brasil.  Em Campo Grande o cadastro pode ser feito no Hemosul, na Santa Casa e no Hospital Regional.

Jornal Midiamax