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Família com síndrome do lobisomem passa por tratamento para retirar pelos

Uma família do Nepal que sofre com uma rara doença chamada hipertricose lanuginosa congênita – que causa crescimento excessivo de pelos em quase todo o corpo – está passando por um tratamento para combater os sintomas da “síndrome do lobisomem”. A mãe, Devi Budhathouki, 38 anos, e seus três filhos (Manjura, 14 anos; Niraj, 12 […]

Arquivo Publicado em 06/11/2013, às 15h34

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Uma família do Nepal que sofre com uma rara doença chamada hipertricose lanuginosa congênita – que causa crescimento excessivo de pelos em quase todo o corpo – está passando por um tratamento para combater os sintomas da “síndrome do lobisomem”. A mãe, Devi Budhathouki, 38 anos, e seus três filhos (Manjura, 14 anos; Niraj, 12 anos; e Mandira, 7 anos) convivem com a síndrome que, congênita, os afeta desde antes de nascer. Os pelos que deveriam cair durante o oitavo mês de gestação permanecem no corpo do bebê e não deixam mais de crescer.

A medicina ainda não conhece uma cura para essa doença. Tratamentos podem ser feitos com técnicas de depilação. No caso dos nepaleses, a aplicação de laser foi a solução para suavizar a quantidade de pelos no rosto. É a primeira vez na vida da mãe e das crianças que eles conseguem viver sem a aparência de “lobisomens”. O tratamento teve início entre setembro e outubro no Hospital Dhulikhel, nas proximidades de Catmandu, capital do Nepal.

Jornal Midiamax