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Explosões solares causam o fenômeno nos polos

Retirada a poesia, a aurora boreal nada mais é que um fenômeno eletromagnético: o que se vê são partículas atômicas que foram expelidas em uma explosão solar ocorrida 18 horas antes de se tornarem visíveis na Terra. Quanto mais intensas as explosões (que a cada 11 ou 12 anos têm maior intensidade), maiores as auroras. […]

Arquivo Publicado em 30/03/2013, às 10h35

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Retirada a poesia, a aurora boreal nada mais é que um fenômeno eletromagnético: o que se vê são partículas atômicas que foram expelidas em uma explosão solar ocorrida 18 horas antes de se tornarem visíveis na Terra. Quanto mais intensas as explosões (que a cada 11 ou 12 anos têm maior intensidade), maiores as auroras. Segundo a Nasa, estamos no auge deste ciclo.

A atmosfera terrestre funciona como um escudo: as partículas se chocam na massa de ar, diminuem a velocidade e o sentido de sua trajetória é deslocado, como se “escorregassem” atraídas pelo magnetismo exercido pelos polos Norte ou Sul. O que vemos daqui são as luzes dessas partículas em atrito com a atmosfera. Como se deslocam em velocidade, o manto luminoso se move como os véus de uma bailarina.

Jornal Midiamax