Geral

Equipamento mediu espessura de asfalto de vias onde serão instalados corredores de ônibus na Capital

Um equipamento nunca utilizado em Campo Grande realizou durante a última semana, uma avaliação da capa asfáltica das ruas e avenidas por onde passarão os corredores exclusivos para ônibus em Campo Grande. De acordo com o secretário municipal de infraestrutura, transporte e habitação, Semy Ferraz, o Falling Weight Deflectometer (FWD) ou Deflectômetro de Impacto em […]

Arquivo Publicado em 08/12/2013, às 16h19

None
735460830.jpg

Um equipamento nunca utilizado em Campo Grande realizou durante a última semana, uma avaliação da capa asfáltica das ruas e avenidas por onde passarão os corredores exclusivos para ônibus em Campo Grande.


De acordo com o secretário municipal de infraestrutura, transporte e habitação, Semy Ferraz, o Falling Weight Deflectometer (FWD) ou Deflectômetro de Impacto em português é utilizado no Brasil há mais de 15 anos, mas é empregado pela primeira vez na área urbana de Campo Grande.

O secretário explica que o método funciona com uma caminhonete puxando um equipamento em que a cada 40 metros, simula um impulso de carga que seria produzido por um veículo no asfalto.


“Ele faz uma avaliação do pavimento e um diagnóstico da capacidade de carga, da base e capa asfáltica. Onde precisa de mais reforço, onde a capa deve ser mais grossa ou mais fina”, esclarece o secretário.


Segundo Ferraz, a preocupação com o estado das pistas por onde passarão os ônibus é para evitar o desgaste dos veículos, não diminuir a velocidade média e também para não prejudicar o conforto interno dos passageiros. “O objetivo é saber onde a capa asfáltica está muito fragilizada pela a segurança da obra e a economia de material”, destaca.


O secretário comenta que a avenida Bandeirante é a que está em pior estado na Capital. “A Bandeirantes está uma colcha de retalho”, afirma. Conforme Ferraz, a última vez que a avenida foi recuperada, com lama asfáltica, foi no começo da década de 1990. “Tem asfalto que dura 15 anos. Temos pista que está há mais de 20 anos sem manutenção”, pontua.


O equipamento estudou as condições das ruas e avenidas por onde passarão os corredores exclusivos para ônibus, que faz parte do Projeto de Aceleração do Crescimento (PAC-2 ). O trajeto passou pela Calógeras, Costa e Silva, Dr. Guiter Hans, Costa e Silva Rui Barbosa, Mato Grosso, Bahia, Coronel Antonino, Consul Assaf Trad, Alegreti, Mato Grosso, Brilhante, Marechal Deodoro, Bandeirantes, Afonso Pena.  O processo de avaliação das ruas foi realizado durante toda a semana passada e terminou no sábado (6).

Jornal Midiamax