Empresa divulga nota sobre “máfia dos medicamentos” na prefeitura de Campo Grande
A MedComerce Comercial de Medicamentos e Produtos Hospitalares Ltda divulgou nota para negar qualquer irregularidades. A empresa rebate as denúncias da matéria sobre a atuação das máfias dos medicamentos na Prefeitura de Campo Grande. Confira a nota, na íntegra: “NOTA DE ESCLARECIMENTO A MEDCOMERCE COMERCIAL DE MEDICAMENTO E PRODUTOS HOSPITALARES LTDA., ante a reportagem […]
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A MedComerce Comercial de Medicamentos e Produtos Hospitalares Ltda divulgou nota para negar qualquer irregularidades. A empresa rebate as denúncias da matéria sobre a atuação das máfias dos medicamentos na Prefeitura de Campo Grande.
Confira a nota, na íntegra:
“NOTA DE ESCLARECIMENTO
A MEDCOMERCE COMERCIAL DE MEDICAMENTO E PRODUTOS HOSPITALARES LTDA., ante a reportagem “Máfias de medicamentos superfaturam preços na Prefeitura de Campo Grande”, que propiciou aos leitores a ideia de que a empresa teria envolvimento em possíveis irregularidades de licitações no Município de Campo Grande, vem a público esclarecer:
A MEDCOMERCE é uma distribuidora de medicamentos e produtos hospitalares há mais de 20 anos no mercado, com atuação em todo território nacional, sem que, durante esse período, houvesse qualquer notícia que maculasse sua idoneidade.
A MEDCOMERCE não integra qualquer “máfia de medicamentos”, nunca foi indiciada, denunciada ou consta como ré em processo criminal por suposto envolvimento em esquema de corrupção e qualquer notícia neste sentido é mentirosa e leviana.
A MEDCOMERCE não tem e nunca teve qualquer relacionamento pessoal ou comercial com o senhor Carlos Augusto de Almeida Ramos, conhecido como Carlinhos Cachoeira, e não há citação de seu nome em inquérito da Polícia Federal, processo judicial e nas diversas comissões de investigação instauradas pelo país.
Não há qualquer notícia na mídia que identifique a MEDCOMERCE em envolvimento de práticas ilícitas, em especial por envolvimento de esquemas de superfaturamento de preços de medicamentos.
Em especial quanto a essa vil acusação, a MEDCOMERCE esclarece:
1. O PREGÃO ELETRÔNICO N. 302/2011 teve concorrência de 15 (quinze) empresas, sendo ofertados 15 (quinze) lotes. Destes, a MEDCOMERCE venceu somente o Lote 3, para fornecer GENTAMICINA AMP 40mg, cujo preço unitário foi de R$ 0,27 (vinte sete centavos), infinitamente abaixo do valor da reportagem, fato que demonstra a idoneidade da empresa.
2. O PREGÃO ELETRÔNICO N. 092/2012 teve a participação de 6 (seis) empresas, sendo que, dos 10 (dez) lotes ofertados, a empresa venceu apenas 2 (dois) lotes, sendo os demais vencidos por mais 4 (quatro) empresas participantes do certame, e os preços dos medicamentos vendidos estão dentro do valor de mercado.
3. As informações acima podem ser obtidas junto ao site da Central Municipal de Compras e Licitações.
Também são patentes a improcedência de denúncias sobre suposta venda de produtos com prazo de validade vencida, pois o editais de licitação, seguindo a legislação sanitária, exigem o fornecimento de medicamentos com, no mínimo, 75% (setenta e cinco por cento) do prazo de sua validade. Além disso, a MEDCOMERCE, ao fornecer os produtos, apresenta documento garantindo a troca do medicamento caso não seja utilizado dentro do prazo de vencimento.
Os procedimentos adotados pela MEDCOMERCE visam manter a conquista de padrão máximo de qualidade através da Certificação em Boas Práticas de Armazenagem, tudo em estreita obediência aos parâmetros determinados pela lei e da ética, com observância aos princípios à Lei Americana de Práticas de Corrupção no Exterior (FCPA, Foreign Corrupt Practices ACT).
Por fim, a MEDCOMERCE repele o pré-julgamento e a denúncia de notícias sem a necessária verificação da veracidade dos fatos, pois defende a liberdade de imprensa desde que sejam observados os princípios éticos da profissão, respeitando as fontes e ouvindo todas as partes.”
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