Geral

E-mail enviado por Carvalho sobre Fernandinho Beira-Mar pode desvendar execução

Um e-mail, enviado pelo dono do site Última Hora News, Eduardo Carvalho, duas horas antes dele ser assassinado na noite de 21 de novembro do ano passado, pode desvendar a execução do delegado aposentado Paulo Magalhães Araújo, 57 anos, ontem à noite. Conforme o empresário Wanderley Scuira, 50 anos, ontem à tarde, ele conversou com […]

Arquivo Publicado em 26/06/2013, às 13h38

None

Um e-mail, enviado pelo dono do site Última Hora News, Eduardo Carvalho, duas horas antes dele ser assassinado na noite de 21 de novembro do ano passado, pode desvendar a execução do delegado aposentado Paulo Magalhães Araújo, 57 anos, ontem à noite.


Conforme o empresário Wanderley Scuira, 50 anos, ontem à tarde, ele conversou com o delegado. Ele teria comentado da mensagem enviada por Carvalhinho, que também foi executado a tiros.
No e-mail, segundo Scuira, Carvalhinho pediu desculpas ao delegado e revelava que temia ser morto. Também mencionava um suposto esquema envolvendo um juiz federal para beneficiar o narcotraficante Luiz Fernando da Costa, o famoso Fernandinho Beira-Mar.


Ontem à noite, o delegado da 1ª Delegacia de Polícia, Wellington Oliveira, já tinha antecipado que os dois crimes, as mortes de Carvalhinho e Magalhões, possuem ligação.


O conteúdo do e-mail é mantido a sete chaves e pode ser solicitada pela polícia para desvendar o crime. Até uma revista de circulação nacional, IstoÉ, estava atrás da correspondência com denúncias gravíssimas envolvendo supostamente pessoas de grande reputação na sociedade.


Além disso, Scuira disse que Paulo Magalhães estava acompanhando as denúncias envolvendo o Departamento Estadual de Trânsito (Detran), Delegacia de Roubos e Furtos de Veículos (Defurv) e Ministério Público Estadual. Só na Corregedoria da Polícia Civil, a dupla tinha protocolado 15 denúncias sobre o esquema desde 1995.


Scuira também teme ser o próximo alvo dos bandidos, já que também atuava junto com Magalhães.
Apesar da morte de Carvalho ter ocorrido há mais de seis meses, a Polícia Civil não prendeu ninguém até o momento.

Jornal Midiamax