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Diretor do Vasco justifica polêmica: ‘Deve ter acontecido problema de portabilidade’

Diretor-geral do Vasco, Cristiano Koehler foi à público explicar a polêmica ocorrida na manhã deste sábado, quando jogadores da equipe decidiram por não treinar no Cefan em função de alguns atletas não terem recebido o salário referente ao mês de abril, que segundo a diretoria, foi depositado na última sexta-feira. Segundo o dirigente, o pagamento […]

Arquivo Publicado em 29/06/2013, às 21h37

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Diretor-geral do Vasco, Cristiano Koehler foi à público explicar a polêmica ocorrida na manhã deste sábado, quando jogadores da equipe decidiram por não treinar no Cefan em função de alguns atletas não terem recebido o salário referente ao mês de abril, que segundo a diretoria, foi depositado na última sexta-feira. Segundo o dirigente, o pagamento foi feito.


– Quero dizer que o Vasco pagou integralmente salários de carteira (CLT) do mês de abril para todos jogadores e funcionários. Não tem um jogador que não recebeu. Deve ter havido um problema de portabilidade. Mas já conversamos e vamos conversar com todos na segunda-feira, sem criar qualquer atrito – informou à Rádio Globo Koehler.


A decisão dos jogadores contou com o aval do técnico Paulo Autuori, que já havia deixado claro que a partir de julho não toleraria mais problemas com salários no clube. O diretor-geral, no entanto, ressaltou que há a expectativa de que maio seja pago até esta sexta-feira.


– Estamos com maio em aberto. Mas, se tudo correr bem, até o dia 5 de julho, vamos pagar mais um salário de todos. A luta é diária. Estamos com dificuldade financeira em função da penhora. Mas esse assunto esperamos resolver logo logo, porque já está tramitando no judiciário – declarou.


O Vasco aguarda a publicação do Diário Oficial da União para obter as certidões negativas de débito com a Fazenda Nacional, que farão com que o Gigante da Colina fique mais aliviado financeiramente e anuncie três novos patrocinadores: Caixa Econômica Federal, Nissan e uma terceira empresa para a barra da camisa. Juntas, elas gerarão mais de R$ 30 milhões aos cofres cruz-maltinos.

Jornal Midiamax