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Com o osso ‘descolado’, idoso precisa de ajuda para tratamento no valor de R$ 27 mil

Convivendo com um acidente que mudou a sua vida e o deixou preso a uma cadeira de rodas, o ex-mecânico Osmar Dias de Oliveira, 60 anos, necessita de ajuda para o transporte até a hemodiálise e ainda condições financeiras para custear um tratamento médico no valor de R$ 27 mil, para diminuir as dores e […]

Arquivo Publicado em 29/06/2013, às 19h11

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Convivendo com um acidente que mudou a sua vida e o deixou preso a uma cadeira de rodas, o ex-mecânico Osmar Dias de Oliveira, 60 anos, necessita de ajuda para o transporte até a hemodiálise e ainda condições financeiras para custear um tratamento médico no valor de R$ 27 mil, para diminuir as dores e fortificar o osso que, segundo o seu médico, jamais será ‘colado’ novamente.


Já aposentado por conta de problemas na coluna e rim, no qual Oliveira mantém sessões de hemodiálise 3x na semana, ele saiu de sua casa, no bairro Ramez Tebet, para se dirigir até o centro de Campo Grande. Ao subir no ônibus, sem força nas pernas, houve uma queda e o diagnóstico do médico: os ossos permaneceriam descolados, principalmente porque os 12 anos de hemodiálise enfraqueceram o corpo.


“Já se fazem três meses que o acidente ocorreu e o médico pediu para eu começar a tomar um remédio para fortalecer os ossos, durante ao menos seis meses. Na farmácia, 30 cápsulas custam R$ 750, sendo que ele me orientou a tomar 1.080, totalizando um investimento de R$ 27 mil. Não tenho esse dinheiro e já acionei a Justiça para ver o que consigo”, lamenta o idoso.


Enquanto não obtém resposta do seu processo, Osmar sobrevive com o que resta do salário mínimo de aposentado e a venda de doces caseiros. “Tenho empréstimos e a prestação da casa para pagar, então me restam R$150 todo mês. Meu filho me deixou um carro antigo para ir até a cidade, mas do que adianta se não consigo colocar gasolina”, comenta o idoso.


A sua esposa, Francisca Alda Moraes Lima, 59 anos, é que o cuida integralmente e ainda complementa a renda, com a venda de doces na vizinhança. “Ele não pode falhar uma sessão sequer. Na semana passada, a única vez em que faltou, quase morreu no domingo por falta de ar. E queríamos, assim como acontece com outras pessoas, é uma ambulância da prefeitura para levá-lo ao tratamento”, afirma Lima.


Quem puder ajudar ao Sr. Osmar, que reside na rua Aurea Garcia Nogueira, bairro Ramez Tebet, pode entrar em contato pelos telefones: (67) 3397 – 2249 e (67) 9251 – 7888.

Jornal Midiamax