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CenaSom apresenta a comédia “Quem matou o morto” do Coletivo M”Boitatá

A Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul (FCMS), realiza mais uma edição do projeto CenaSom nessa quinta-feira (07 de novembro) com o espetáculo “Quem matou o morto” do Coletivo M”Boitatá de Dourados, às 20 horas, no Teatro Aracy Balabanian do Centro Cultural José Octávio Guizzo (CCJOG). A apresentação tem classificação de 12 anos […]

Arquivo Publicado em 05/11/2013, às 21h26

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A Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul (FCMS), realiza mais uma edição do projeto CenaSom nessa quinta-feira (07 de novembro) com o espetáculo “Quem matou o morto” do Coletivo M”Boitatá de Dourados, às 20 horas, no Teatro Aracy Balabanian do Centro Cultural José Octávio Guizzo (CCJOG). A apresentação tem classificação de 12 anos e duração aproximada de 60 minutos.

A comédia conta a história de uma última homenagem a um general assassino, morto envenenado. Inspirada no teatro do absurdo a peça se utiliza de “esquecidas” técnicas circenses, dança e música para tornar o espetáculo denso e alegre.

O morto retrata a figura de todos os ditadores assassinos da História da Humanidade. Os desumanos generais que em nome da ordem política mataram, torturaram, prenderam, sequestraram e desapareceram com crianças.

O “Maitrê” fascista e misterioso é encarnado pelo bom e translúcido ator Michel Stevan. A viúva interpretada por Sorrayla Acosta Parra é afortunada e infeliz, “una pobre mujer”. A comédia e os saltos “mortais” são realizados pelo ator e bailarino João Rocha.

O espetáculo foi escrito e dirigido por Breno Moroni, que trouxe para Dourados recentemente os espetáculos “Godgle”, “Os Corcundas” e “Tenda das Adivinhações”, todos de sua autoria e direção com diferentes companhias teatrais do Mato Grosso do Sul.

A equipe técnica também é composta por Társila Bonelli (Coreografia), Tarciso Lauro e Fabi Fernandes (Fotografia), Kathiellen Lomba (Assistente de direção artística), Angela Romano (Assistente de direção técnica), Fernando Semkapuz (Cenotécnica), Lurdes Martins (Figurino), Gabriel Marilson (Divulgação), João Gonçales (Sonoplastia) e Aristeu Serra (Negra Iluminação).

Serviço – Os ingressos têm o valor de R$ 15,00 (inteira) e 7,50 (meia). Para essa apresentação Viúvas não pagam e a meia-entrada é valida para estudantes, professores, doadores de sangue e idosos (acima de 60 anos), com a apresentação de seu respectivo comprovante. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 3305-0671. O Centro Cultural José Octávio Guizzo fica localizado na rua 26 de Agosto, 453 – centro.

Jornal Midiamax