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Barcos perde pênalti, e Palmeiras inicia 2013 com empate sem gols

O ano de 2013 marca para o Palmeiras a volta à Copa Libertadores e à Série B. E o início da temporada não foi dos mais animadores. Neste domingo, no Pacaembu, o time alviverde empatou sua estreia com o Bragantino por 0 a 0, jogo em que não mostrou muito poder criativo e apresentou futebol […]

Arquivo Publicado em 20/01/2013, às 21h00

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O ano de 2013 marca para o Palmeiras a volta à Copa Libertadores e à Série B. E o início da temporada não foi dos mais animadores. Neste domingo, no Pacaembu, o time alviverde empatou sua estreia com o Bragantino por 0 a 0, jogo em que não mostrou muito poder criativo e apresentou futebol próximo ao que levou a equipe a ser rebaixada. A melhor chance do time da casa foi com Hernán Barcos, que perdeu pênalti no começo do segundo tempo.



O jogo marcou a última partida do clube sob a presidência de Arnaldo Tirone, já que nesta segunda-feira será realizada eleição para decidir o novo mandatário palmeirense. Paulo Nobre e Décio Perin estão na disputa.



O Palmeiras volta a campo na próxima quarta-feira, em Itápolis, a partir das 22h, em partida contra o Oeste. Já o Bragantino recebe o Linense no Abi Nabib Chedid no mesmo dia, mas mais cedo, às 17h.



Gilson Kleina armou o primeiro Palmeiras de 2013 com os únicos dois reforços contratados para o ano até agora. Fernando Prass assumiu o gol, enquanto Ayrton jogou na lateral direita. O escolhido para atuar ao lado de Márcio Araújo como volante foi Souza, que voltou de empréstimo após boa temporada no Náutico.



Sem o chileno Valdivia, que sentiu pancada no tornozelo durante os treinos da pré-temporada e ainda sente dores, Kleina escalou o jovem Patrick Vieira no meio de campo, para fazer a função de criação com Luan e Wesley. Na frente, de contrato renovado, ficou Hernán Barcos, o principal ídolo da torcida no elenco.



O jogo



O Palmeiras começou o jogo com a posse da bola, mas sem agredir o Bragantino. A primeira chance real veio somente aos 9min, em cobrança de falta de Souza que terminou com chute de Barcos por cima do gol. Três minutos depois, nova bola parada com o volante ruivo, desta vez uma tentativa direta que passou perto do travessão.



Os melhores momentos do Palmeiras passavam por Souza, que, assim como fazia Marcos Assunção, criava perigo em sua função de volante que sai para o jogo e nas cobranças de falta. Isto evidenciava também a baixa capacidade criativa do time alviverde, que deixava Barcos muito pouco acionado dentro da área.



Do outro lado, o Bragantino raramente conseguia sair além do meio de campo, fazendo com que Fernando Prass fosse um espectador privilegiado. A melhor chance da equipe do interior paulista sai aos 43min, quando Lincom foi lançado na área por Léo Jaime e o goleiro palmeirense deixou a meta para agarrar a bola.



O segundo tempo teve um início bastante truncado, em que as equipes erraram muitos passes e não ameaçavam a meta adversária. Esse panorama mudou aos 11min, quando Souza foi lançado na área e derrubado pelo goleiro Rafael Defendi. Barcos foi para a cobrança e acetou a trave esquerda, para a decepção da torcida palmeirense. Logo depois o argentino teve nova chance na pequena área, mas Defendi agarrou a bola.



A torcida apoiou o time após o pênalti desperdiçado, mas começou a ficar insatisfeita com o excesso de passes errados. A solução de Kleina para melhorar a produtividade do time foi a entrada de Maikon Leite no lugar de Patrick Vieira. A seguir, Mazinho substituiu Luan, que deixou o gramado sob vaias.



O Palmeiras conseguiu uma boa chance aos 30min, em chute de Mazinho que acertou a trave. A última cartada de Kleina foi por jovem Caio no lugar do discreto Ayrton, na busca de ter nova opção na área. Os minutos finais foram de pressão na defesa do Bragantino, que se virava para afastar a bola de qualquer jeito.


Jornal Midiamax