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Após esquecer diploma, suplente de Genoino assume vaga na Câmara

Suplente do deputado licenciado José Genoino (PT-SP), Renato Simões tomou posse nesta quinta-feira (10) na Câmara. A posse era para ter ocorrido ontem, mas foi adiada porque Simões havia esquecido de apresentar à Casa seu diploma eleitoral. Ele é secretário Nacional de Movimentos Populares do PT e substitui o correligionário que está afastado por questões […]

Arquivo Publicado em 10/10/2013, às 19h22

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Suplente do deputado licenciado José Genoino (PT-SP), Renato Simões tomou posse nesta quinta-feira (10) na Câmara. A posse era para ter ocorrido ontem, mas foi adiada porque Simões havia esquecido de apresentar à Casa seu diploma eleitoral.


Ele é secretário Nacional de Movimentos Populares do PT e substitui o correligionário que está afastado por questões de saúde. Segundo as regras da Câmara, o suplente só é convocado quando a licença do ocupante da vaga é superior a 120 dias.


Em julho, Genoino sofreu uma cirurgia para correção de lesões na artéria aorta e ficou internado por alguns dias no hospital Sírio-Libanês e sua licença médica venceu no dia 18 de setembro, quando o Congresso concedeu a prorrogação do afastamento dele por mais 120 dias.


Condenado no julgamento do mensalão no STF (Supremo Tribunal Federal) a 6 anos e 11 meses de prisão, o petista pediu aposentadoria por invalidez, alegando que problemas cardíacos o deixaram sem condições de trabalhar.


A Câmara ainda avalia se o beneficio será concedido. Uma junta médica da Casa foi a São Paulo para avaliar o estado de saúde do petista. A junta deve se manifestar após esse período de repouso quando ele será avaliado para ver se tem condições de retornar ou não aos trabalhos.


Se o pedido for atendido, Genoino perderá o mandato, mas assegurará uma aposentadoria de R$ 26,7 mil por mês e poderá manter o plano de saúde da Câmara, obtendo benefício maior do que teria se não declarasse invalidez.


Atualmente, Genoino tem direito a cerca de R$ 20 mil de aposentadoria por mês. Ele ingressou na Câmara em 1983 e pediu aposentadoria proporcional ao tempo de serviço em 2005, quando estava sem mandato e foi afastado da cúpula do PT por causa do envolvimento no mensalão.

Jornal Midiamax