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Após encontro com Dilma, ministro diz que presidente está tranquila

Após uma reunião com a presidente Dilma Rousseff (PT) neste sábado (29), Paulo Bernardo, ministro das Comunicações, disse que a presidente está tranquila, apesar do resultado da pesquisa Datafolha, que apontou uma queda de 27 pontos percentuais após os protestos que tomaram as ruas do Brasil. “A presidente está muito tranquila, calma. Reconhece que tem […]

Arquivo Publicado em 29/06/2013, às 23h29

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Após uma reunião com a presidente Dilma Rousseff (PT) neste sábado (29), Paulo Bernardo, ministro das Comunicações, disse que a presidente está tranquila, apesar do resultado da pesquisa Datafolha, que apontou uma queda de 27 pontos percentuais após os protestos que tomaram as ruas do Brasil.


“A presidente está muito tranquila, calma. Reconhece que tem uma mudança e acha que o remédio para isso é nós trabalharmos bastante. E já estamos trabalhando”, disse Bernardo, ao deixar o Palácio da Alvorada, residência oficial da chefe do Executivo, em Brasília. Também participaram da reunião os ministros Aloizio Mercadante (Educação) e Helena Chagas (Comunicação Social).


O ministro ressaltou que os recentes protestos devem ter afetado todos os governos, não apenas a Presidência. “Todo mundo sabe que as manifestações não foram feitas contra o governo. Houve toda uma pauta de reivindicações”.


No encontro com a presidente, os ministros também discutiram a conjuntura política e econômica e agenda da próxima semana. “O governo colocou uma agenda para o país, e essa agenda vai ser desdobrada durante a semana. A parte econômica, a questão do transporte público e o plebiscito. Está sendo organizada uma agenda para a presidente conversar com mais atores políticos durante a semana”, afirmou.


Questionado sobre o prazo da reforma e se o governo irá defender que as mudanças passem a valer já nas eleições de 2014, Bernardo disse que a questão é “urgente”. “O prazo vai ser resultado das articulações de todas as partes envolvidas. O governo acha que, dado o tamanho das manifestações, é urgente fazer uma reforma política.”

Jornal Midiamax