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Aos 71 anos, mãe precisa de ajuda para manter tratamento de jovem com paralisia degenerativa

Para muitos, ter um filho que necessite de cuidados é um trabalho imenso, mas esse não é o problema para Rita de Jesus da França, de 71 anos. Há nove anos ela tem se dedicado integralmente para cuidar de seu filho Roberto Silas Santos, de 38, que tem paralisia cerebral degenerativa. Após muito tempo buscando amenizar a doença […]

Arquivo Publicado em 03/12/2013, às 19h22

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Para muitos, ter um filho que necessite de cuidados é um trabalho imenso, mas esse não é o problema para Rita de Jesus da França, de 71 anos. Há nove anos ela tem se dedicado integralmente para cuidar de seu filho Roberto Silas Santos, de 38, que tem paralisia cerebral degenerativa.

Após muito tempo buscando amenizar a doença de seu filho,a mãe não perde a fé em Deus e sabe que todo o cuidado que tem com ele é fruto de muito amor.

Mas nesses últimos meses não tem sido fácil cuidar de Roberto. A doença avança e os custos com médico, remédios e alimentação também. Em média, a família tem um gasto mensal de cerca de R$ 1 mil o jovem. “Tudo que ele precisa temos que comprar e é tudo muito caro, não temos condições de arcar com tudo”, alega a mãe.

Segundo a irmã, Rosimeire Santos Haovila, de 46 anos, que saiu da empresa para poder ajudar a mãe nos cuidados com o irmão, a prioridade agora é conseguir um fisioterapeuta e um fonoaudiólogo. “Nós tínhamos uma fisioterapeuta que o atendia pela metade do preço, mas infelizmente ela precisou sair e agora não temos como pagar outra. E estou preocupada porque ele fica cada dia mais atrofiado”, relata a irmã.

Ainda de acordo com a irmã, tanto remédios como o Nutrem que eles precisam para colocar na alimentação, que eram obtidos na Casa de Saúde de Campo Grande, estão em falta. “Esse ano está difícil na Casa de Saúde. Tudo o que procuramos lá não tem, aí fica complicado pois ele precisa usar medicamentos e se alimentar todos os dias. Não podemos deixar ele sem comer e por isso temos que dar um jeito e comprar. Só para se ter uma ideia, cada lata de Nutrem custa R$ 33,00.”, afirma.

Com tudo muito caro e sem renda para manter Roberto, a mãe diz que a ajuda dos irmãos da igreja que frequentam é que tem mantido o rapaz. “Quando acaba tudo e não temos como comprar apelamos para os irmãos da igreja ajuda para comprar o remédio e o Nutrem que ele precisa e graças a Deus eu ainda posso contar com eles”, diz a mãe.

Além de fisioterapeuta e fonoaudiologia, a família apela também para quem puder ajudar com fraldas, leite, o remédio Depakote 500 mg, Nutrem e de Insurce (sopa industrializada) que já ajudariam muito nos gastos que eles tem com Roberto.

“Se tiver algum nutricionista que também puder nos ajudar iremos ficar agradecidos, já que ele usa sonda e só come sopas e tudo é feito em casa, com a ajuda de um profissional nos orientando ficaria melhor”, relata a irmã.

A família também precisa da doação de um aspirador bucal simples para ajudar na higienização do Roberto. “Sei que se cada um ajudar um pouquinho não faz falta para ninguém e assim ajudamos uma pessoa que necessita muito de cuidados especiais. Ele é meu bebezão que precisa de ajuda, porque eu não sei quando Deus vai recolhê-lo”, desabafa Rosemeire.

Doações

A família diz que as pessoas que queiram fazer doações para ajudar com as despesas de Roberto podem ir até a residência dele e comprovar em que condições está o irmão. Segundo Rosimeire, quem quiser visitá-lo basta ir na rua Jaguarão, 964, bairro Monte Castelo. As pessoas também podem ligar para Rose no número 8414-5047.



Jornal Midiamax