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Amigos lançam campanha para ajudar mulher que teve carrinho de cachorro-quente queimado

A publicitária Val Reis, 38 anos, ao ler a matéria do jornal Midiamax “Fogo destrói carrinho de cachorro-quente, o sonho de mulher virar empreendedora” conta que ficou sensibilizada e resolveu com outros amigos ajudar. Assim, ela, Magali Varela, Wylner Santim e Paulo César Sanguina Pinto começaram a campanha no Facebook, relatando a história e contando […]

Arquivo Publicado em 24/06/2013, às 13h51

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A publicitária Val Reis, 38 anos, ao ler a matéria do jornal MidiamaxFogo destrói carrinho de cachorro-quente, o sonho de mulher virar empreendedora” conta que ficou sensibilizada e resolveu com outros amigos ajudar. Assim, ela, Magali Varela, Wylner Santim e Paulo César Sanguina Pinto começaram a campanha no Facebook, relatando a história e contando que estão dispostos a ajudar. A ideia, revela Val, é mostrar para mais pessoas o que aconteceu com Rosemary Beraldo dos Santos e buscar recursos para comprar outro carrinho.

“Li a matéria. A gente, às vezes, faz tanta coisa por nada. Ela precisando, porque não ajudar? Com tanta gente no Facebook vi que era possível mobilizar as pessoas. E rapidamente outros amigos já se propuseram a ajudar também”, diz.

Val conta que Magali, que trabalha com alimentação, foi quem deu a ideia de juntar dinheiro e comprar outro carrinho. Já Wylner Santim Lopes se colocou a disposição para pintar e adesivar o carrinho. Paulo César Sanguina Pinto se dispôs a ajudar com dinheiro.

Após a postagem no Facebook, Cristina Viduani, Waldson Godoi e Éder Yanaguita se comprometeram a ajudar com dinheiro. Conforme a publicitária já são cerca de R$ 250,00 arrecadados.

Hoje, a Magali vai verificar quanto custa um carrinho usado em bom estado para continuar a campanha. Quem quiser ajudar é só acessar o post neste link e conversar com a Val Reis.

O caso

Rosemary Beraldo dos Santos viu os sonhos de ser uma pequena empreendedora queimar na manhã de sábado. O carrinho de cachorro-quente, que ela trabalhava há cerca de dois meses, desde que deixou o trabalho com carteira assinada de lado, pelo sonho de ser autônoma, pegou fogo em frente à Base Aérea.

Ela estava se organizando para trabalhar até tarde, pois era dia de Portões Abertos na Base Aérea de Campo Grande. A mulher contou ficar sem saber o que fazer com a destruição do carrinho de cachorro-quente, pois o empreendimento era o sustento dela e da família. “Tenho quatro filhos. Uma menina pequena, que acabamos de adotar, e que preciso ficar com ela. Deixei o trabalho por causa disso. E agora?”, questionou emocionada.

Jornal Midiamax