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Alunos de delegado assassinado utilizam rede social para postar homenagens

Acadêmicos de Direito, advogados e amigos do delegado Paulo Magalhães, executado ontem (26), em Campo Grande, utilizam a rede social para falar sobre a admiração pelo professor de Direito Penal, considerado por ele como ‘um exemplo de verdade’ e ainda pedir Justiça pelo crime covarde no qual ele foi vítima. Há poucas horas, Mylene Villegas […]

Arquivo Publicado em 26/06/2013, às 19h30

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Acadêmicos de Direito, advogados e amigos do delegado Paulo Magalhães, executado ontem (26), em Campo Grande, utilizam a rede social para falar sobre a admiração pelo professor de Direito Penal, considerado por ele como ‘um exemplo de verdade’ e ainda pedir Justiça pelo crime covarde no qual ele foi vítima.


Há poucas horas, Mylene Villegas de Lima, postou sua homenagem dizendo que Paulo era um ‘homem que não dormia e mantinha seu ideal de Justiça e verdade’. “Ainda é assim que os “poderosos” agem… calando os “inconvenientes”. Poderosos?? Que poder detêm? O poder da brutalidade? da força armada? da violência e da covardia?? Pagar para fazer o serviço, se ocultando do duelo…”


Da mesma maneira, Catarina Mantovan, ressalta que, além de um grande professor, ele foi um ‘cara’ que lutava por um País melhor. “Um homem que veio ao mundo para fazer Justiça, lutar pela dignidade da população, garantir a igualdade e acabar com a bandidagem vinda de todos, o líder das manifestações de combate a corrupção…um exemplo para todos que estão a sua volta”.


A internauta termina a sua homenagem com um texto sobre a vítima. “…Gostaria de viver mais 57 anos para poder ver meu país mudar. Como não vou conseguir, pelo menos enquanto viver tentarei mudar algo nas gerações. Quero mostrar aos mais jovens e todos aqueles que ainda não chegaram aos 57 anos que: um país não consegue sobreviver como nação se o seu povo não for patriota o suficiente para se arriscar individualmente pela coletividade. …”


Indignada com o crime, Jéssica Gamarra pede Justiça. “Indignação por nós acadêmicos que saímos da faculdade com a jura de fazermos Justiça, nada além dela. E vem a vida real e nos mostra que não há Justiça perante aos que possuem o poder. Que país é esse? Um país que dá medo de ter conhecimento, de ser sábio e culto, porque quem sabe muito perde a vida”, diz Gamarra.


Leide Centurion, comenta um frase do professor Paulo. “Hoje, respondendo a 19 processos federais por alegada prática de calúnia e difamação contra importantes figuras da administração pública, com uma “folha penal” maior do que a maioria dos presos que se encontram reunidos nos presídios da União, começo a rever meus conceitos quando achava que: por ser funcionário público graduado a pessoa obrigatoriamente era honesta, séria e honrada.


Jakee Vilela, lamenta a morte e pede consolo para a família. “Que deus ilumine e console a família do nosso querido professor, amigo e conselheiro daquele jeito loko mais jeito de Paulo Magalhães, um jeito incondicional e insubstituível”, comenta.

Jornal Midiamax