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Acusados de matar para roubar botijão de gás são condenados à 23 anos de prisão na Capital

Dois homens acusados de matar a pauladas José Aniceto Ainda Aristimunho, para roubar um botijão de gás e ferramentas foram condenados à pena de 23 anos e 6 meses de reclusão e 115 dias pelo crime de latrocínio (roubo seguido de morte). O latrocínio ocorreu no dia 1º de janeiro de 2013, no Bairro Jardim […]

Arquivo Publicado em 06/11/2013, às 18h29

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Dois homens acusados de matar a pauladas José Aniceto Ainda Aristimunho, para roubar um botijão de gás e ferramentas foram condenados à pena de 23 anos e 6 meses de reclusão e 115 dias pelo crime de latrocínio (roubo seguido de morte). O latrocínio ocorreu no dia 1º de janeiro de 2013, no Bairro Jardim Noroeste, em Campo Grande.  A sentença foi proferida pela 1ª Vara Criminal de Campo Grande e divulgada nesta quarta-feira (6), pelo Tribunal de Justiça (TJ/MS).


Os dois acusados, Marcos José Leite e Aquino Antônio de Freitas, roubaram um botijão de gás, uma serra elétrica de mármore e uma serra circular. De acordo com nota do site do TJ/MS, o juiz considerou a materialidade de crime pelos boletins de ocorrência, pelos autos de apreensão, declarações, interrogatório, e demais provas.


No interrogatório, Marcos afirmou que foi convidado por Aquino para praticar um furto em uma chácara onde já havia trabalhado e o patrão não o pagara. Ele contou que aceitou a proposta e, quando entraram na propriedade, Antônio se aproximou da vítima que estava sentada dormindo na cadeira, apoiando os pés na mesa, e a atingiu com um golpe na cabeça.  Aquino sustentou na defesa que não tinha intenção de matar a vítima, apenas deixá-la desacordada para poderem subtrair os objetos.


Conforme a nota do TJ/MS, embora a defesa tenha tentando desclassificar o crime de latrocínio para o de homicídio, o juiz titular da Vara, Thiago Nagasawa Tanaka, afirmou que tal pedido não pode ser acolhido, pois o fim visado era patrimonial, tanto que os objetos subtraídos foram vendidos.

Jornal Midiamax