Geral

Acadêmicos da UEMS temem reprovação de cursos por falta de estrutura do governo

Acadêmicos da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS), localizada em Campo Grande, procuraram os vereadores da Câmara de Campo Grande para pedir socorro. Eles reclamam da falta de requisitos básicos para ter uma aula e temem que cursos sejam reprovados por falta de estrutura. O acadêmico de geografia, Diego Roberto, conta que os […]

Arquivo Publicado em 27/03/2013, às 12h06

None
557795109.jpg

Acadêmicos da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS), localizada em Campo Grande, procuraram os vereadores da Câmara de Campo Grande para pedir socorro. Eles reclamam da falta de requisitos básicos para ter uma aula e temem que cursos sejam reprovados por falta de estrutura.

O acadêmico de geografia, Diego Roberto, conta que os alunos pedem sala de aula, livro, internet, laboratórios e até funcionários para fazer limpeza da universidade, que tem uma sede no Arnaldo Estevão de Figueiredo e outra parte na escola Hércules Maymone. Os cursos de Geografia e de Artes Cênicas foram para a escola com a promessa de um atendimento de qualidade, o que, segundo o acadêmico, não aconteceu.

Diego explica que a preocupação maior dos alunos é com a falta de estrutura, que pode reprovar o curso por falta de medidas “paliativas”. Neste ano, os cursos de letras, geografia e artes cênicas passarão por avaliação técnica e o medo é que eles ganhem nota zero no quesito estrutura.

O acadêmico detalha que os alunos já fizeram inúmeras reuniões com representantes da educação e os acordos nunca são cumpridos. Segundo ele, há pedidos de livros feitos em 2009 e que até hoje não chegaram do Município de Dourados.

Segundo Diego, acadêmicos conseguiram ajuda de R$ 20 mil em emendas feitas pelo deputado Pedro Kemp (PT) para comprar livros, mas o Governo do Estado ainda não liberou o dinheiro para a compra.

No sábado (23) os acadêmicos fizeram passeata pelo centro de Campo Grande exigindo melhorias. Eles reclamaram que a instituição não oferece laboratórios específicos, conforme exigência dos Projetos Pedagógicos dos cursos. O laboratório de informática, que seria básico para as pesquisas que um curso de nível superior exige, também falta no local. Para cumprir a carga horária à distância (20% do total), cada estudante tem que se virar como pode.

Jornal Midiamax