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“Virou uma febre na cidade “, diz prefeito sobre academias ao ar livre

A primeira academia deste ano foi inaugurada no Bairro Coophafé neste sábado (28) e ainda há mais oito a serem entregues.

Arquivo Publicado em 28/01/2012, às 14h25

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A primeira academia deste ano foi inaugurada no Bairro Coophafé neste sábado (28) e ainda há mais oito a serem entregues.

O alongamento e a flexibilidade das pessoas que caminham nas praças da cidade, principalmente os idosos, será complementado com as Academias ao Ar Livre, segundo o prefeito da Capital, Nelsinho Trad Filho. Das nove a serem inauguradas este ano, a primeira foi no bairro Coophafé, na manhã deste sábado (28) e contou com a presença de políticos, moradores e instrutores de Educação Física.


“A academia ao ar livre virou uma febre na nossa cidade, porque não tem uma praça na cidade que as pessoas não tenham pedido para a Prefeitura colocar o projeto. E o nosso público alvo são os idosos, que tem à disposição instruções no painel, mas todo tipo de pessoa frequenta”, afirma o prefeito”


Moradora do bairro há 35 anos, Darci Rodrigues Fernandes, 64 anos, se diz muito satisfeita com a academia na praça. “Desde a revitalização da praça nós pedimos a academia e eles nos entregaram no prazo correto. Agora eu não vou sair daqui”, diz contente a aposentada.


Desde que nasceu, há 30 anos, a auxiliar de creche Juliana Baptista de Lima disse que mora na mesma casa em frente a praça e caminha todas as manhãs. “Agora tem um incentivo a mais pra gente levantar. Eu e as minhas irmãs mais velhas sempre aproveitamos muito este local, principalmente nas férias escolares”, conta Lima.


Sedentarismo


Médico e presidente da Câmara Municipal de Campo Grande, o vereador Paulo Siufi (PMDB), acredita que o maior benefício da construção de academias ao ar livre é o combate ao sedentarismo. “A televisão tem o controle remoto, em apartamento se usa elevador e o carro é utilizado para ir a todos os lugares. Então é fundamental combater o estresse e oferecer uma melhor qualidade de vida, através destes aparelhos”, afirma Siufi.


Nas academias, que custam em torno de R$ 10 mil, segundo o presidente da Câmara, os exercícios são fáceis de serem feitos e a pessoas não precisam estar vestidas com roupas de ginástica. “Você não precisa estar todo paramentado, mas é importante se exercitar com qualidade, seguir as instruções do painel, ir ao médico e ver as suas condições reais de praticar o exercício. É uma forma harmônica e ao ar livre de se exercitar, que a Europa e países desenvolvidos já possuem como exemplo, é uma nova tendência no mundo”, avalia Siufi.

Jornal Midiamax