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Universitários revoltados protestam contra prefeito de Bataguassu

A decisão do prefeito de Bataguassu, João Carlos Lemes de cancelar contrato com empresas de ônibus que faz o transporte de universitários às cidades de Três Lagoas, Presidente Epitácio e Presidente Prudente causou revolta na classe universitária do município. A prefeitura alega falta de recursos para cumprir os contratos, enquanto os acadêmicos acusam o prefeito […]

Arquivo Publicado em 31/10/2012, às 13h18

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A decisão do prefeito de Bataguassu, João Carlos Lemes de cancelar contrato com empresas de ônibus que faz o transporte de universitários às cidades de Três Lagoas, Presidente Epitácio e Presidente Prudente causou revolta na classe universitária do município. A prefeitura alega falta de recursos para cumprir os contratos, enquanto os acadêmicos acusam o prefeito de fazer retaliação, já que o candidato apoiado por ele perdeu a eleição.


Diante da atitude do chefe do executivo municipal, os alunos promoveram na tarde de segunda-feira (29) uma passeata pelas ruas do centro da cidade, carregando faixas e cartazes com frase de protesto contra a medida da prefeitura.


Depois de percorrerem várias ruas da cidade, os manifestantes entraram no plenário da Câmara Municipal para acompanhar a sessão. No momento, estava sendo votada uma Moção de Repúdio, proposta pelos vereadores Pastor Alessandro (PSB), Regina Dovale (PSDB), Meire Bonfim (DEM) contra o prefeito João Carlos pela decisão, considerada arbitrária pelos parlamentares do município.


Segundo noticiou o site Cidades na Web, a vereadora, Regina Dovale considerou a atitude de João Carlos como um ato covarde. “Em nenhum momento ele pensou nos universitários, onde muitos deles vão perder o ano e até cancelar as suas matriculas”. Desta forma, foi exigido o cumprimento do combinado entre as partes.


Na tarde desta terça-feira (30), uma comissão formada pelos universitários foi recebida pelo prefeito que manteve a decisão alegando falta de recursos. Os universitários por sua vez, vão recorrer à justiça para contra a medida do executivo. Enquanto isso, quem quiser comparecer às aulas, deverá fazer por conta própria.

Jornal Midiamax