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Suspeito da morte de Eliza Samudio vai a júri popular por outro homicídio

A Justiça de Minas Gerais marcou 24 de outubro deste ano o início do júri popular do ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, conhecido como “Bola”, apontado como autor da morte de Eliza Samudio, pela acusação de ter assassinado, em 2000, um homem em Contagem (região metropolitana de Belo Horizonte). De acordo com o Ministério Público […]

Arquivo Publicado em 19/09/2012, às 15h39

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A Justiça de Minas Gerais marcou 24 de outubro deste ano o início do júri popular do ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, conhecido como “Bola”, apontado como autor da morte de Eliza Samudio, pela acusação de ter assassinado, em 2000, um homem em Contagem (região metropolitana de Belo Horizonte).


De acordo com o Ministério Público (MP), Bola teria assassinada a vítima quando ela estava dentro de um carro, em frente ao estabelecimento comercial que pertencia à família dela. O júri será feito no fórum da cidade.


Uma das testemunhas do crime, a irmã do homem morto, havia reconhecido o ex-policial quando começaram a ser veiculadas imagens dele nas emissoras de televisão e jornais por conta da repercussão do caso Eliza Samudio, ex-amante do goleiro Bruno Souza.


Bola, juntamente com o goleiro e mais cinco pessoas, é réu no processo que investiga o sumiço de Eliza. O júri popular sobre esse processo ainda não foi marcado. No caso do assassinato em Contagem, o MP sustenta que Bola fora contratado para matar o homem.


A defesa do reú queria a anulação da pronúncia, sob argumento de “insuficiência de provas”. E ainda questionou o reconhecimento, feito pela irmã da vítima, dez anos depois do crime. Em junho deste ano, o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJ-MG) manteve o júri popular. A decisão da 2ª Câmara Criminal do TJ foi determinada no dia 28.


“Impossível proceder à despronúncia do acusado com base apenas na alegada disparidade entre o retrato falado e a sua real fisionomia, dada à inexatidão que caracteriza esse tipo de trabalho”, acrescentou à época no seu despacho a juíza relatora do processo.


Atualmente, o ex-policial está confinado na penitenciária Professor Jason Soares Albergaria, localizado em São Joaquim de Bicas, na região metropolitana de Belo Horizonte.

Jornal Midiamax