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Sistema botoeira começa a ser implantado na região central de Campo Grande

O sistema de botoeira com orientação sonora para pessoas com deficiência visual será um recurso a mais para a segurança do pedestre no trânsito. Essa ferramenta será implantada nas principais ruas que cruzam com a avenida Afonso Pena. O primeiro passo foi dado no cruzamento da avenida Ernesto Geisel. De acordo com o diretor da […]

Arquivo Publicado em 03/09/2012, às 13h05

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O sistema de botoeira com orientação sonora para pessoas com deficiência visual será um recurso a mais para a segurança do pedestre no trânsito. Essa ferramenta será implantada nas principais ruas que cruzam com a avenida Afonso Pena. O primeiro passo foi dado no cruzamento da avenida Ernesto Geisel. De acordo com o diretor da Agetran, (Agência Municipal de Transporte e Trânsito), Rudel Trindade Júnior o sistema será implantado nos cruzamentos da avenida com as ruas 14 de Julho, 13 de Maio, Rui Barbosa, Pedro Celestino e 25 de Dezembro.

Rudel Trindade estima que dentro de aproximadamente 60 dias, os cruzamentos da avenida Afonso Pena com as ruas 14 de Julho e 13 de Maio já estejam com o dispositivo instalado. “Esse trecho é bastante movimentado por abrigar a praça Ary Coelho (em fase final de revitalização), ser um centro comercial e ter pontos do transporte coletivo, o que gera um expressivo fluxo de pedestre na região”, disse o diretor.
O diretor da Agetran anunciou também que no cruzamento da rua 25 de Dezembro com a avenida Afonso Pena, o sistema semafórico de boteiro com dispositivo sonoro deverá ser implantado em 90 dias. Nesta região, o sistema de som principalmente é requisitado pelos deficientes visuais que diariamente frequentam o Ismac (Instituto Sul-mato-grossense para Cegos Florivaldo Vargas). “Hoje, a tecnologia da botoeira está bastante avançada, permitindo que o pedestre acesse o sistema e por um tempo determinado o semáforo fecha e permite que a travessia seja feita com segurança e o equipamento sonoro vai contribuir ainda mais para a travessia segura”, explicou. Diariamente, cerca de 160 deficientes visuais frequentam o Ismac.
Jornal Midiamax