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Robô portátil de fisioterapia reabilita pacientes de derrame em casa

Pesquisadores espanhóis desenvolveram um robô portátil para auxiliar na reabilitação de pacientes que sofreram derrame cerebral. O aparelho foi criado para que o paciente possa fazer os exercícios em casa, minimizando as consequências neuromusculares e a incapacitação física. A automatização permite um monitoramento dia-a-dia do paciente, com o robô fornecendo avaliações quantit...

Arquivo Publicado em 24/01/2012, às 11h17

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Pesquisadores espanhóis desenvolveram um robô portátil para auxiliar na reabilitação de pacientes que sofreram derrame cerebral.


O aparelho foi criado para que o paciente possa fazer os exercícios em casa, minimizando as consequências neuromusculares e a incapacitação física.


A automatização permite um monitoramento dia-a-dia do paciente, com o robô fornecendo avaliações quantitativas do desempenho do paciente durante a fisioterapia.


Os resultados são enviados ao médico pela internet.


Tele-reabilitação


O sistema é formado por um aparelho robotizado, interligado a um computador onde roda um programa de realidade virtual similar aos exergames, jogos voltados para a prática de atividade físicas.


A diferença é que o programa já possui uma função de conexão remota com o médico ou fisioterapeuta, permitindo a realização de seções reais de “tele-reabilitação”.


Ou seja, apesar de fazer tudo em casa, o paciente continua usufruindo do acompanhamento médico ininterrupto.


Avaliação e treinamento


O programa guia o paciente por dois tipos de exercícios: de avaliação e de treinamento.


Os exercícios de avaliação são curtos e devem ser feitos uma vez por dia.


Os exercícios de treinamento são voltados para o desenvolvimento do movimento, da força, e da distância e da precisão dos movimentos.


O robô, chamado ArmAssist, está em testes em pacientes do Hospital La Fe, em Valência, e do Instituto Guttmann, em Barcelona.


Em comparação com as sessões tradicionais de fisioterapia, o robô propõe exercícios mais leves, mas mais demorados.


Segundo os médicos, o objetivo é motivar os pacientes a realizar treinamentos por tempos maiores, melhorando as chances de reabilitação.

Jornal Midiamax